Ex-ministra alemã diz que ‘há dúvidas sobre isenção da Justiça no Brasil’

A ex-ministra da Justiça da Alemanha Herta Däubler-Gmelin afirmou que "há dúvidas cada vez maiores" sobre se o Judiciário brasileiro coloca o país na lista de lugares onde o Estado de Direito não é respeitado; em referência à denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Michel Temer, ela disse que uma situação similar na Alemanha provocaria a imediata renúncia do peemedebista

A ex-ministra da Justiça da Alemanha Herta Däubler-Gmelin afirmou que "há dúvidas cada vez maiores" sobre se o Judiciário brasileiro coloca o país na lista de lugares onde o Estado de Direito não é respeitado; em referência à denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Michel Temer, ela disse que uma situação similar na Alemanha provocaria a imediata renúncia do peemedebista
A ex-ministra da Justiça da Alemanha Herta Däubler-Gmelin afirmou que "há dúvidas cada vez maiores" sobre se o Judiciário brasileiro coloca o país na lista de lugares onde o Estado de Direito não é respeitado; em referência à denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Michel Temer, ela disse que uma situação similar na Alemanha provocaria a imediata renúncia do peemedebista (Foto: Romulo Faro)

247 - A ex-ministra da Justiça da Alemanha Herta Däubler-Gmelin afirmou que "há dúvidas cada vez maiores" sobre se o Judiciário brasileiro coloca o país na lista de lugares onde o Estado de Direito não é respeitado.

Em referência à denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Michel Temer, a política do SPD (Partido Social-Democrata, de centro-esquerda), disse que uma situação similar na Alemanha provocaria a imediata renúncia do peemedebista.

Em visita a SP para participar de uma série de conferências organizadas pela Fundação Friedrich Ebert sobre a relação entre Justiça e democracia, a ex-ministra defende que o Brasil deveria reformular o modo pelo qual os juízes do STF são escolhidos.

Däubler-Gmelin sugere que os magistrados tenham mandatos com prazo determinado e que seus nomes sejam aprovados em votações na Câmara e no Senado por ao menos dois terços dos parlamentares.

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