Ex-presidente da Eletronuclear nega ter recebido propina

O ex-presidente da Eletronuclear Othon Pinheiro da Silva negou ter recebido propina da empreiteira Andrade Gutierrez pelas obras da usina nuclear de Angra 3; de acordo com o Ministério Público Federal, Pinheiro Silva é acusado de corrupção ativa por aceitar R$ 3 milhões pela obra; o ex-presidente da Eletronuclear negou a propina em depoimento prestado nesta sexta (29) na 7ª Vara Federal Criminal, no Rio; ele confirmou ter recebido pagamento da empreiteira

O ex-presidente da Eletronuclear Othon Pinheiro da Silva negou ter recebido propina da empreiteira Andrade Gutierrez pelas obras da usina nuclear de Angra 3; de acordo com o Ministério Público Federal, Pinheiro Silva é acusado de corrupção ativa por aceitar R$ 3 milhões pela obra; o ex-presidente da Eletronuclear negou a propina em depoimento prestado nesta sexta (29) na 7ª Vara Federal Criminal, no Rio; ele confirmou ter recebido pagamento da empreiteira
O ex-presidente da Eletronuclear Othon Pinheiro da Silva negou ter recebido propina da empreiteira Andrade Gutierrez pelas obras da usina nuclear de Angra 3; de acordo com o Ministério Público Federal, Pinheiro Silva é acusado de corrupção ativa por aceitar R$ 3 milhões pela obra; o ex-presidente da Eletronuclear negou a propina em depoimento prestado nesta sexta (29) na 7ª Vara Federal Criminal, no Rio; ele confirmou ter recebido pagamento da empreiteira (Foto: Valter Lima)
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247 - O ex-presidente da Eletronuclear Othon Pinheiro da Silva negou ter recebido propina da empreiteira Andrade Gutierrez pelas obras da usina nuclear de Angra 3. De acordo com o Ministério Público Federal, Pinheiro Silva é acusado de corrupção ativa por aceitar R$ 3 milhões pela obra. O ex-presidente da Eletronuclear negou a propina em depoimento prestado nesta sexta-feira (29) na 7ª Vara Federal Criminal, no Rio. Mas confirmou ter recebido pagamento da empreiteira.

Segundo Pinheiro Silva este dinheiro foi por uma consultoria feita para a Andrade Gutierrez entre março e dezembro de 2004. Em março de 2005, Othon Pinheiro da Silva assumiu a presidência da Eletronuclear.

Pinheiro da Silva disse que o contrato do projeto era baseado no sucesso. Se fosse colocado em pratica, ele receberia pela consultoria. Para o MPF, a nomeação para o cargo foi por indicação da empreiteira.

"Se as ideias dessem certo eu receberia pelo sucesso do trabalho. Isso não é ser lobista. No mercado de trabalho de São Paulo existe isso. É comum não assinar papel, disse o ex-presidente da Eletronuclear.

 

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