Fachin nega habeas corpus para Palocci

Relator dos processos da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin negou pedido de habeas corpus em favor do ex-ministro Antonio Palocci, que está preso desde o ano passado por determinação do juiz federal Sérgio Moro; Fachin negou, ainda, um pedido de liberdade impetrado pela defesa do ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada, preso desde julho de 2015; defesa alegou que o ex-ministro está "sob inequívoco constrangimento ilegal", já que a prisão foi decretada sem "à míngua de justa causa e ao arrepio da lei"

Relator dos processos da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin negou pedido de habeas corpus em favor do ex-ministro Antonio Palocci, que está preso desde o ano passado por determinação do juiz federal Sérgio Moro; Fachin negou, ainda, um pedido de liberdade impetrado pela defesa do ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada, preso desde julho de 2015; defesa alegou que o ex-ministro está "sob inequívoco constrangimento ilegal", já que a prisão foi decretada sem "à míngua de justa causa e ao arrepio da lei"
Relator dos processos da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin negou pedido de habeas corpus em favor do ex-ministro Antonio Palocci, que está preso desde o ano passado por determinação do juiz federal Sérgio Moro; Fachin negou, ainda, um pedido de liberdade impetrado pela defesa do ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada, preso desde julho de 2015; defesa alegou que o ex-ministro está "sob inequívoco constrangimento ilegal", já que a prisão foi decretada sem "à míngua de justa causa e ao arrepio da lei" (Foto: Paulo Emílio)

247 - Relator dos processos da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin negou pedido de habeas corpus em favor do ex-ministro Antonio Palocci, que está preso desde o ano passado por determinação do juiz federal Sérgio Moro. Fachin negou, ainda, um pedido de liberdade impetrado pela defesa do ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada, preso desde julho de 2015.

Advogados de Palocci alegaram que o ex-ministro está "sob inequívoco constrangimento ilegal", já que a prisão foi decretada sem "à míngua de justa causa e ao arrepio da lei", além de reclamarem que o teria sido apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) há mais de quatro meses, sem que fosse julgado neste período.

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