FHC diz que reagiria com tristeza a possível prisão de Aécio

Um dos principais estimuladores do golpe parlamentar que arruinou a democracia e a economia do Braisil, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou nesta sexta-feira, 27, que reagiria "com tristeza" à possível prisão do colega tucano Aécio Neves, acusado de receber propina de empresas; semanas atrás havia chamado de uma "notícia triste, mas justa"; em relação a Aécio, FHC acrescentou que a "Justiça vai decidir"

Um dos principais estimuladores do golpe parlamentar que arruinou a democracia e a economia do Braisil, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou nesta sexta-feira, 27, que reagiria "com tristeza" à possível prisão do colega tucano Aécio Neves, acusado de receber propina de empresas; semanas atrás havia chamado de uma "notícia triste, mas justa"; em relação a Aécio, FHC acrescentou que a "Justiça vai decidir"
Um dos principais estimuladores do golpe parlamentar que arruinou a democracia e a economia do Braisil, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou nesta sexta-feira, 27, que reagiria "com tristeza" à possível prisão do colega tucano Aécio Neves, acusado de receber propina de empresas; semanas atrás havia chamado de uma "notícia triste, mas justa"; em relação a Aécio, FHC acrescentou que a "Justiça vai decidir" (Foto: Aquiles Lins)

247 - Um dos principais estimuladores do golpe parlamentar que arruinou a democracia e a economia do Braisil, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou nesta sexta-feira, 27, que reagiria "com tristeza" à possível prisão do colega tucano Aécio Neves, acusado de receber propina de empresas.

Ele comparou o caso de Aécio, flagrado com malas de dinheiro e interceptações telefônicas, à prisão do ex-presidente Lula, que foi condenado sem apresentação de nenhuma prova. Semanas atrás havia chamado de uma "notícia triste, mas justa". Em relação a Aécio, FHC acrescentou que a "Justiça vai decidir".

FHC está em Nova York, onde se reuniria com o secretário-geral da ONU, António Guterres, para falar sobre a descriminalização das drogas. "Não vai entrar no debate. A questão é que você precisa ter uma descriminalização e uma regulamentação e muita campanha educativa. É mais um processo educativo", disse o tucano, em Nova York. "É preciso que a sociedade entenda melhor o tema, e os políticos têm medo de discutir isso."

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