Florestan Fernandes Júnior diz que invasão em escola do MST lembra ditadura

Jornalista, filho do sociólogo que leva o nome da escola ligada ao MST, invadida na última sexta-feira de forma violenta pela polícia civil de São Paulo, diz que ação é "inadmissível" e que foi ordenada por um "Estado policial que retoma os tristes tempos da ditadura militar"

Jornalista, filho do sociólogo que leva o nome da escola ligada ao MST, invadida na última sexta-feira de forma violenta pela polícia civil de São Paulo, diz que ação é "inadmissível" e que foi ordenada por um "Estado policial que retoma os tristes tempos da ditadura militar"
Jornalista, filho do sociólogo que leva o nome da escola ligada ao MST, invadida na última sexta-feira de forma violenta pela polícia civil de São Paulo, diz que ação é "inadmissível" e que foi ordenada por um "Estado policial que retoma os tristes tempos da ditadura militar" (Foto: Gisele Federicce)

247 - Filho do sociólogo que leva o nome da escola ligada ao MST, Florestan Fernandes, invadida na última sexta-feira de forma violenta pela Polícia Civil de São Paulo, o jornalista Florestan Fernandes Filho disse que ação é "inadmissível" e que foi ordenada por um "Estado policial que retoma os tristes tempos da ditadura militar".

Leia sua manifestação sobre o episódio:

" A Escola Nacional Florestan Fernandes foi construída com a ajuda de Sebastião Salgado, Chico Buarque, José Saramago, Antonio Cândido, ONGs europeias e do trabalho braçal de mais de 1.000 Sem Terra de centenas de assentamentos de todo o Brasil.

Na escola, dezenas de professores universitários das principais universidades do mundo ministram cursos gratuitos e regulares de formação para os trabalhadores da terra. É inadmissível, num país onde a educação é privilégio para poucos, ver uma escola ser invadida e atacada a tiros pela ação de um Estado policial que retoma os tristes tempos da ditadura militar."

Florestan Fernandes Júnior

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