Freixo defende ampla união para derrotar Bolsonaro

O deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) explica por que desistiu da candidatura a prefeito do Rio de Janeiro. Ele defende a constituição de uma frente contra o fascismo, tarefa que considera urgente

Marcelo Freixo
Marcelo Freixo (Foto: Agência Câmara)
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247 - "Não vivemos um tempo de normalidade, em que as tradicionais polarizações se manifestavam dentro dos marcos democráticos", escreve Marcelo Freixo na Folha de S.Paulo. 

"Pela primeira vez temos no poder um governo eleito de extrema direita, com uma base social relevante e um projeto de poder fascista".

De acordo com o deputado, os valores democráticos "estão sendo vorazmente destruídos pela sanha autoritária do presidente da República e seus seguidores mais radicais, que transformaram a violência e a intimidação em instrumentos de ação política".

Diante dos desafios que tal situação apresenta, "o campo democrático precisa estar à altura do desafio e ser capaz de abrir mão dos projetos pessoais e partidários, superar as diferenças e se unir na defesa de algo maior: a vida, os direitos e a democracia, ameaçados pela dupla tragédia do fascismo e da pandemia".

O dirigente do PSOL defende a formulação de "um grande projeto de reconstrução nacional, que abra espaço a todas as nossas lideranças e seja capaz de superar o projeto autoritário bolsonarista".

[...] "Tanto um golpe de Estado quanto a reeleição de Bolsonaro em 2022, pela radicalização autoritária que se seguirá, representarão o fim da democracia", arremata.

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