Invasores têm armas e tomaram aldeia no Amapá, denunciam indígenas

Um grupo de 10 a 15 homens foi responsável pelo assassinato de líder Emyra Waiãpi na semana passada; crime não está dissociado das declarações do presidente Jair Bolsonaro de que pretende legalizar mineração e garimpos em terras indígenas

(Foto: Agência Brasil)
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247 - Reportagem de Fabiano Maisonnave e Rubens Valente no UOL informa que um grupo de 10 a 15 homens foi responsável pelo assassinato de líder waiãpi na semana passada, no estado do Amapá.   

Segundo a reportagem, os invasores da aldeia indígena, portando armas de grosso calibre, ocuparam a Terra Indígena Waiãpi, no oeste do Amapá.   

A invasão da aldeia dos waiãpis resultou no assassinato do líder Emyra Waiãpi, na semana passada.   

O crime não está dissociado das declarações do presidente Jair Bolsonaro de que pretende legalizar mineração e garimpos em terras indígenas.   A política indigenista hostil de Bolsonaro é um estímulo a ações criminosas como a que vitimou a aldeia Waiãpi.

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