Funaro nega que vá fazer delação premiada

Advogado Daniel Gerber, que defende o doleiro Lúcio Funaro, preso nesta sexta-feira, diz que a hipótese de delação premiada “está descartado, porque não há o que ser delatado”; ele também disse ter ciência da "inocência" de seu cliente

Advogado Daniel Gerber, que defende o doleiro Lúcio Funaro, preso nesta sexta-feira, diz que a hipótese de delação premiada “está descartado, porque não há o que ser delatado”; ele também disse ter ciência da "inocência" de seu cliente
Advogado Daniel Gerber, que defende o doleiro Lúcio Funaro, preso nesta sexta-feira, diz que a hipótese de delação premiada “está descartado, porque não há o que ser delatado”; ele também disse ter ciência da "inocência" de seu cliente (Foto: Gisele Federicce)

247 – O advogado Daniel Gerber, que representa o operador do mercado financeiro Lúcio Funaro, preso nesta sexta-feira 1º pela Polícia Federal na Operação Sépsis, nova fase da Lava Jato, diz que seu cliente não fará acordo de delação premiada.

"Está descartado, porque não há o que ser delatado", afirmou, assegurando sobre a "inocência" do doleiro. Ele disse não ter tido acesso aos autos e que solicitou cópias dos documentos da investigação.

Segundo ele, conforme reportagem publicada no blog de Fausto Macedo, "a partir de segunda-feira, a defesa vai tomar as medidas cabíveis".

De acordo com as investigações, Funaro atuava como operador financeiro do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no recebimento de propina de empresas interessadas na liberação de verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS). Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Funaro tem "longa e íntima" relação com Cunha.

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