Fundador da Gol, Nenê Constatino recebe nova condenação por homicídio

Tribunal do Júri de Taguatinga, no Distrito Federal, condenou o empresário Constantino de Oliveira (Nenê Constantino), ex-dono da Gol Linhas Aéreas, a 13 anos de prisão pelo assassinato do ex-funcionário Tarcísio Gomes Ferreira, em 2001; além de Nenê, que fundou a Gol Linhas Aéreas, foram condenados Vanderlei Batista Silva e João Alcides de Miranda; os três poderão recorrer em liberdade; em maio deste ano, Nenê Constantino recebeu pena de 16 anos de prisão por outro homicídio motivado pela mesma disputa pelo terreno da Viação Pioneira

Empresário e fundador da Gol Linhas Aéreas, Nenê Constatino
Empresário e fundador da Gol Linhas Aéreas, Nenê Constatino (Foto: Paulo Emílio)
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Agência Brasil - O Tribunal do Júri de Taguatinga, no Distrito Federal, condenou na madrugada de hoje (15) o empresário Constantino de Oliveira (Nenê Constantino), de 86 anos, ex-dono da Gol Linhas Aéreas, a 13 anos de prisão. Ele foi considerado culpado pelo assassinato de Tarcísio Gomes Ferreira, um ex-funcionário seu, em 2001.

Além de Nenê, que fundou a Gol Linhas Aéreas, foram condenados Vanderlei Batista Silva, de 76 anos (13 anos de prisão), e João Alcides de Miranda, de 69 anos (15 anos de prisão). Os três poderão recorrer em liberdade.

Constantino, Batista Silva e Miranda foram considerados culpados por arquitetar o assassinato de Ferreira, que participava de uma ocupação em um terreno da Aviação Pioneira, empresa da qual Constantino era dono, em Taguatinga. O crime ocorreu em um trailer em frente ao local.

O executor dos disparos de arma de fogo que mataram Ferreira foi reconhecido como Adelino Lopes Folha Júnior, o "Juninho", já falecido. Na ocasião, ele atingiu também outra pessoa, José Amorim dos Reis, que não estava envolvido na disputa pelo terreno , no momento do crime, carregava seu filho de 2 anos no colo.

Após mais de 28 horas de trabalho, em que sete testemunhas foram ouvidas, os jurados decidiram condenar os três réus por homicídio qualificado, por motivo torpe. Trata-se da segunda condenação de Nenê Constantino pelo Tribunal do Júri de Taguatinga. Em maio deste ano, ele recebeu a pena de 16 anos de prisão por outro homicídio motivado pela mesma disputa pelo terreno da Viação Pioneira.

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