Gabas: 'Lava Jato não pode penalizar trabalhadores'

O ministro da Previdência, Carlos Gabas, disse que a Operação Lava Jato da Polícia Federal, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras, "não pode penalizar os trabalhadores"; Quem fez tem que ser responsabilizado, tem que ser preso; agora, não pode penalizar os trabalhadores. São milhares e milhares de empregos que vamos perder e nossa economia vai encolher por uma questão que não é de responsabilidade do trabalhador", disse logo após citar as demissões promovidas pelas empreiteiras acusadas de envolvimento no esquema 

O ministro da Previdência, Carlos Gabas, disse que a Operação Lava Jato da Polícia Federal, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras, "não pode penalizar os trabalhadores"; Quem fez tem que ser responsabilizado, tem que ser preso; agora, não pode penalizar os trabalhadores. São milhares e milhares de empregos que vamos perder e nossa economia vai encolher por uma questão que não é de responsabilidade do trabalhador", disse logo após citar as demissões promovidas pelas empreiteiras acusadas de envolvimento no esquema 
O ministro da Previdência, Carlos Gabas, disse que a Operação Lava Jato da Polícia Federal, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras, "não pode penalizar os trabalhadores"; Quem fez tem que ser responsabilizado, tem que ser preso; agora, não pode penalizar os trabalhadores. São milhares e milhares de empregos que vamos perder e nossa economia vai encolher por uma questão que não é de responsabilidade do trabalhador", disse logo após citar as demissões promovidas pelas empreiteiras acusadas de envolvimento no esquema  (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro da Previdência, Carlos Gabas, disse que a Operação Lava Jato da Polícia Federal, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras, "não pode penalizar os trabalhadores". A afirmação do ministro, feita nesta terça-feira (3), aconteceu logo após Gabas citar demissões que estariam sendo feitas pelas empreiteiras acusadas de envolvimento no escândalo.

Ele defendeu a possibilidade de acordos de leniência com as empresas de maneira a evitar que sejam declaradas inidôneas. Caso isto aconteça, as empresas ficariam impedidas de contratar com o governo.

"Você vai corrigir isso aqui e segue sua vida com os seus empregos, porque se não o Brasil, que fez opção correta de ter conteúdo nacional na indústria de base, principalmente nas plataformas e nas sondas, não vai poder cumprir isso porque não vai ter empresa para fazer, vamos ter que contratar na China, aí vamos dar emprego para a China e vamos derreter os empregos no país", disse Gabas.

"Não [é defender] quem fez a falcatrua, quem fez tem que ser responsabilizado, tem que ser preso; agora, não pode penalizar os trabalhadores. São milhares e milhares de empregos que vamos perder e nossa economia vai encolher por uma questão que não é de responsabilidade do trabalhador", ponderou.

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