Gabinete de Segurança Institucional monitora negociações de greve na Petrobras

O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) está monitorado as negociações salariais nas empresas estatais. O Palácio do Planalto tem medo que um efeito cascata de paralisações tome conta da já problemática cena do serviço público. O general Augusto Heleno monitora principalmente a Petrobras, cuja tensão é a que mais assusta seu gabinete.

(Foto: REUTERS/Sergio Moraes)
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247 - O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) está monitorado as negociações salariais nas empresas estatais. O Palácio do Planalto tem medo que um efeito cascata de paralisações tome conta da já problemática cena do serviço público. O general Augusto Heleno monitora principalmente a Petrobras, cuja tensão é a que mais assusta seu gabinete.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "Heleno pediu a assessores do governo que o mantenham a par das novidades em relação às negociações das categorias. Os informes são reportados ao presidente Jair Bolsonaro. A preocupação de Heleno é que eventuais paralisações afetem a atividade econômica e gerem instabilidade social, impulsionadas não apenas por discussões trabalhistas, mas pelo plano de privatizações do ministro da Economia, Paulo Guedes."

A matéria ainda sublinha que "entre as estatais com potencial de venda de ativos, Petrobras, Eletrobras e Correios vivem impasse nas negociações. Funcionários do Correios, por exemplo, estão em greve desde o dia 10 de setembro, após naufragar a mediação no TST (Tribunal Superior do Trabalho)."

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