Gleisi diz que falhou ao ligar para Miriam Leitão sem antes falar com o PT

A senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente do PT, telefonou para a jornalista Míriam Leitão quando leu sua coluna nesta terça-feira 13; "Eu telefonei para Miriam Leitão para lamentar o ocorrido. Não foi para para me desculpar ou me solidarizar", explicou, em entrevista ao jornalista Joaquim de Carvalho, do DCM; "Admito que eu errei quando liguei para Miriam Leitão sem antes falar com nossa direção no Rio de Janeiro. É uma lição que a gente aprende na luta", acrescentou, sobre; versão de Míriam de que foi hostilizada por petistas foi contestada por outros passageiros que estavam no voo

A senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente do PT, telefonou para a jornalista Míriam Leitão quando leu sua coluna nesta terça-feira 13; "Eu telefonei para Miriam Leitão para lamentar o ocorrido. Não foi para para me desculpar ou me solidarizar", explicou, em entrevista ao jornalista Joaquim de Carvalho, do DCM; "Admito que eu errei quando liguei para Miriam Leitão sem antes falar com nossa direção no Rio de Janeiro. É uma lição que a gente aprende na luta", acrescentou, sobre; versão de Míriam de que foi hostilizada por petistas foi contestada por outros passageiros que estavam no voo
A senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente do PT, telefonou para a jornalista Míriam Leitão quando leu sua coluna nesta terça-feira 13; "Eu telefonei para Miriam Leitão para lamentar o ocorrido. Não foi para para me desculpar ou me solidarizar", explicou, em entrevista ao jornalista Joaquim de Carvalho, do DCM; "Admito que eu errei quando liguei para Miriam Leitão sem antes falar com nossa direção no Rio de Janeiro. É uma lição que a gente aprende na luta", acrescentou, sobre; versão de Míriam de que foi hostilizada por petistas foi contestada por outros passageiros que estavam no voo (Foto: Gisele Federicce)

247 - A senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, telefonou para a jornalista Míriam Leitão, do Globo, depois de ter lido sua coluna nesta terça-feira 13. Míriam conta ter sido hostilizada, xingada e alvo de duas horas de protesto por petistas que chegaram a empurrar sua cadeira em um voo de Brasília ao Rio de Janeiro no último dia 3 de junho.

"Eu telefonei para Miriam Leitão para lamentar o ocorrido. Não foi para para me desculpar ou me solidarizar", explicou, em entrevista ao jornalista Joaquim de Carvalho, do Diário do Centro do Mundo (DCM). O PT também divulgou uma nota para lamentar o fato. Ao longo do dia, porém, a versão de Míriam Leitão começou a ser contestada por outros passageiros que estavam no voo, entre eles o presidente do PT-RJ, Bob Calazans.

"Quando eu liguei para Miriam Leitão, não havia todas as informações que depois foram sendo divulgadas ao longo do dia. Portanto, admito que eu errei quando liguei para Miriam Leitão sem antes falar com nossa direção no Rio de Janeiro. É uma lição que a gente aprende na luta", acrescenta Míriam na entrevista ao DCM.

Leia abaixo mensagem divulgada pela senadora via WhatsApp nesta tarde depois da repercussão negativa diante do telefonema:

Companheiras e companheiros,

Estou acompanhando nas redes sociais o debate e opinião da militância partidária sobre o texto da jornalista Miriam Leitão e a nota que soltei a respeito.

Em um primeiro momento, diante da manifestação da jornalista, revivi o impacto de situações constrangedoras que senti algumas vezes, com o escracho a que, sozinha, fui submetida em aviões, aeroportos e locais públicos. Sofri agressões, como sofreram agressões muitos de nós petistas.

Quero como presidenta de nosso partido ter diálogo constante com nossa militância, ouvindo e considerando opiniões e posicionamentos. Compreendo a reação, uma vez que tantas e tantas vezes sofremos, individual ou coletivamente, as agressões da Rede Globo.

A nota em nenhum momento diminui nossa luta contra as idéias e posturas da jornalista Miriam Leitão, muito menos contra o monopólio midiático em que ela trabalha.

Nossa indignação tem se manifestado em ações massivas e coletivas, como as que estamos fazendo em conjunto com os movimentos sociais pelas ruas do Brasil, como a que faremos no dia 30, com a greve geral. Ações massivas, coletivas, democráticas e firmes pelo Brasil e pelo povo é o nosso campo de luta
Estou com vocês!
Gleisi

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