Governantes temem protestos sociais, monitoram atos e discutem uso da força contra manifestações

Espalha-se entre os governantes o medo de manifestações populares devido à deterioração da situação econômica e social do país. Polícias civis e militares, como no caso de São Paulo, estão monitorando convocações de atos. Entre grupos de simpatizantes de militares da reserva discute-se sobre a necessidade de responder com força a um levante nos moldes do que se desenrola no Chile

Manifestações
Manifestações (Foto: Paulo Pinto/Sputnik)
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247 - Generaliza-se o temor entre governantes de que se desencadeie no país uma onda de protestos contra o aprofundamento da crise econômica e social e medidas impopulares dos governantes.  

O sinal de alerta foi ligado no governo federal e em governos locais. 

Estados do Nordeste trabalham para garantir o 13º do funcionalismo em meio ao aperto fiscal para evitar mobilizações.   

Em outra frente, a equipe econômica é pressionada a suavizar a reforma administrativa.   

Em São Paulo, as cúpulas das polícias Civil e Militar foram orientadas a monitorar convocações de atos, especialmente na capital, informa a coluna Painel da Folha de S.Paulo.

Governadores e prefeitos de partidos de centro veem na luta política o risco de um curto-circuito social. Segundo eles, após a saída do ex-presidente Lula da prisão, e considerando que a direita organiza manifestações, podem ocorrer conflitos.   

Esta opinião não é compartilhada por governadores mais alinhados à esquerda, que não veem o componente político como o maior risco. Eles consideram que a insatisfação social pode surgir devido à estagnação econômica e à degradação das contas públicas.   

Governadores dizem temer que uma conflagração nas ruas seja usada pelo governo Jair Bolsonaro como pretexto para implementar medidas autoritárias.  

A coluna informa ainda que é corrente a discussão entre grupos de simpatizantes de militares da reserva sobre a necessidade de responder com força a um levante nos moldes do que se desenrola no Chile.

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