Governo brasileiro pede para brasileiros ‘evitarem’ demonstrações homoafetivas na Copa da Russia

O Itamarary, sob a tutela do ministro das Relações exteriores Aloysio Nunes do PSDB, lançou uma cartilha de bom comportamento para brasileiros que irão ver a Copa na Russia; dentre as orientações, está a não manifestação intensas de afeto em público, sobretudo as manifestações homoafetivas

Governo brasileiro pede para brasileiros ‘evitarem’ demonstrações homoafetivas na Copa da Russia
Governo brasileiro pede para brasileiros ‘evitarem’ demonstrações homoafetivas na Copa da Russia

247 – O Itamarary, submetido ao ministro das Relações exteriores Aloysio Nunes, lançou uma cartilha de bom comportamento para brasileiros que irão ver a Copa na Russia. Dentre as orientações, está a não manifestação intensas de afeto em público, sobretudo as manifestações homoafetivas.

As ‘recomendações’ beiram o inusitado: não usar bandeiras, não falar de política, evitar temas ideológicos, não ingerir bebidas alcoólicas, não usar instrumentos musicais.

“Mesmo o Brasil sendo o terceiro país que mais reservou ingressos para a Copa, o torcedor nacional deve esperar um clima na Rússia bem diferente do da Copa de 2014. O governo brasileiro lançou, nesta quinta-feira, uma cartilha com orientações aos cerca de 60 mil brasileiros que compraram ingressos para assistir aos jogos do Mundial. Entre as recomendações estão: evitar manifestações intensas de afeto em público, especialmente a comunidade LGBTI, não usar bandeiras estrangeiras em praças e edifícios públicos, não falar publicamente sobr temas políticos, ideológicos, sociais e de orientação sexual, e nãoi ingerir bebidas alcoólicas nas ruas (que é punível com multas). Instrumentos musicais também estão proibidos, o que significa que, novamente, as vuvuzelas não serão permitidas nos estádios, assim como na Copa no Brasil.

(...)

A cartilha frisa que não são comuns na Rússia manifestações calorosas de afeto em público. Em particular, recomenda-se à comunidade LGBTI evitar "demonstrações homoafetivas em ambientes públicos", que podem ser consideradas “propaganda de relações sexuais não tradicionais feita a menores” e enquadradas em lei, de junho de 2016, que prevê multa e deportação.

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