Governo Temer rebate queixa de Lula à ONU

Secretária de Direitos Humanos Flavia Piovesan rebateu os argumentos usados pela defesa do ex-presidente Lula às Nações Unidas, de que o Judiciário tem sido parcial nas investigações contra ele; segundo ela, esse argumento "não se sustenta"; "Sem independência do Judiciário, não existe Judiciário", afirma

Secretária de Direitos Humanos Flavia Piovesan rebateu os argumentos usados pela defesa do ex-presidente Lula às Nações Unidas, de que o Judiciário tem sido parcial nas investigações contra ele; segundo ela, esse argumento "não se sustenta"; "Sem independência do Judiciário, não existe Judiciário", afirma
Secretária de Direitos Humanos Flavia Piovesan rebateu os argumentos usados pela defesa do ex-presidente Lula às Nações Unidas, de que o Judiciário tem sido parcial nas investigações contra ele; segundo ela, esse argumento "não se sustenta"; "Sem independência do Judiciário, não existe Judiciário", afirma (Foto: Gisele Federicce)

247 – A secretária de Direitos Humanos do governo de Michel Temer, Flavia Piovesan, rebateu o recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Lula à Corte Interamericana de Direitos Humanos da ONU.

Os advogados de Lula argumentam que o Judiciário tem sido parcial nas investigações contra ele. Para a secretária de Temer, esse argumento "não se sustenta". "Sem independência do Judiciário, não existe Judiciário", afirma, em entrevista ao jornalista Jamil Chade, do Estado de S. Paulo. Para ela, essa questão é um problema em outros países latino-americanos.

"No Brasil, temos independência do Judiciário, há ampla defesa, contraditória, há duplo grau e, portanto, o que o juiz Moro decidiu foi mantido em boa parte, mas também foi revisitado em alguns casos", afirma.

"Se o Comitê avaliar o caso com base na questão da parcialidade ou falta de independência, não me parece que terá uma acolhida de acordo com a realidade brasileira", opinou.

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