Homem da mala ajudou a comprar votos no golpe

Flagrado com uma mala de R$ 500 mil, que pode gerar a terceira denúncia contra o chefe Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures também atuou na compra de deputados durante a preparação do golpe de 2016; anotações apreendidas pela Polícia Federal durante a Operação Patmos indicam que Loures pretendia ajudar vários parlamentares a decidir – ou seja, oferecendo benesses em troca

Flagrado com uma mala de R$ 500 mil, que pode gerar a terceira denúncia contra o chefe Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures também atuou na compra de deputados durante a preparação do golpe de 2016; anotações apreendidas pela Polícia Federal durante a Operação Patmos indicam que Loures pretendia ajudar vários parlamentares a decidir – ou seja, oferecendo benesses em troca
Flagrado com uma mala de R$ 500 mil, que pode gerar a terceira denúncia contra o chefe Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures também atuou na compra de deputados durante a preparação do golpe de 2016; anotações apreendidas pela Polícia Federal durante a Operação Patmos indicam que Loures pretendia ajudar vários parlamentares a decidir – ou seja, oferecendo benesses em troca (Foto: Romulo Faro)

247 - A Polícia Federal encontrou num bloco de anotações apreendido na Operação Patmos (desdobramento da delação da J&F), em maio de 2017, a informação: 'em caso de perda, recompensa-se com R$ 200'.

A pessoa a ser procurada, de acordo com a coluna Expresso, da revista Época, é Rodrigo Rocha Loures ex-assessor especial de Michel Temer preso após ser flagrado cum R$ 500 mil numa mala, pagos em propina pelo grupo comandado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista.

O bloco estava na casa de Rocha Loures em Brasília e passou a fazer parte do conjunto de documentos anexados às investigações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Temer. 'Está recheado de anotações datadas de 2015 e 2016, quando Rocha Loures assessorava Temer na Vice-Presidência', diz a coluna.

São rabiscos que ajudam a entender mais sobre a engrenagem que movimenta Brasília.

Há referências a nomeações de apadrinhados políticos, a verbas do Orçamento para satisfazer a base aliada, a reuniões com empresários, a números da economia.

Um trecho em especial sugere uma estratégia pró-impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

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