Indicado por Cunha, Marun diz que Temer deve lutar por Cristiane

Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun,  referiu-se a celeuma criada em torno da posse da deputada Cristiane Brasil (PTB) como ministra do Trabalho como "coisas" nas quais o governo precisa "aceitar o desgaste"; "Tem vezes que a gente precisa ter atitude. Isso é uma atitude, enfrentar. Imagina a gente concordar com isso? Não vamos chamar ninguém para discutir. O governo não pode aceitar situação em que um juiz de primeira instância revoga uma decisão do presidente da República", afirmou

Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun,  referiu-se a celeuma criada em torno da posse da deputada Cristiane Brasil (PTB) como ministra do Trabalho como "coisas" nas quais o governo precisa "aceitar o desgaste"; "Tem vezes que a gente precisa ter atitude. Isso é uma atitude, enfrentar. Imagina a gente concordar com isso? Não vamos chamar ninguém para discutir. O governo não pode aceitar situação em que um juiz de primeira instância revoga uma decisão do presidente da República", afirmou
Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun,  referiu-se a celeuma criada em torno da posse da deputada Cristiane Brasil (PTB) como ministra do Trabalho como "coisas" nas quais o governo precisa "aceitar o desgaste"; "Tem vezes que a gente precisa ter atitude. Isso é uma atitude, enfrentar. Imagina a gente concordar com isso? Não vamos chamar ninguém para discutir. O governo não pode aceitar situação em que um juiz de primeira instância revoga uma decisão do presidente da República", afirmou (Foto: Paulo Emílio)

247 - Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, responsável pela articulação política da gestão de Michel Temer, referiu-se a celeuma criada em torno da posse da deputada Cristiane Brasil (PTB) como ministra do Trabalho como "coisas" nas quais o governo precisa "aceitar o desgaste".

"Tem vezes que a gente precisa ter atitude. Isso é uma atitude, enfrentar. Imagina a gente concordar com isso? Não vamos chamar ninguém para discutir. O governo não pode aceitar situação em que um juiz de primeira instância revoga uma decisão do presidente da República", afirmou Marun.

Cristiane Brasil teve sua posse suspensa por decisão judicial após vir à tona o fato dela ter sido condenada a R$ 60 mil em dívidas trabalhistas em processos movidos por dois ex-motoristas. Cristiane e o governo – por meio ad Advocacia-Geral ad União (AGU), recorreram da decisão, mas o Tribunal Regional da 2ª Região (TRF2), manteve a decisão tomada originalmente pela primeira instância judicial. O governo avalia levar o caso para o Supremo Tribunal Federal (STF).

 

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