Janot: outro 1964 é inaceitável

O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot reagiu às declarações do general Eduardo Villas Boas, que está sendo interpretada como ameaça ao STF, que julga nesta quarta-feira, 3, o habeas corpus do ex-presidente Lula; Janot disse preferir "não acreditar" em uma guinada autoritária no Brasil, mas manifestou preocupação com mais uma possibilidade de retrocesso

Brasília - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, durante a 22ª Reunião Especializada de Ministérios Públicos do Mercosul (REMPM) (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, durante a 22ª Reunião Especializada de Ministérios Públicos do Mercosul (REMPM) (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Gustavo Conde)

247 - O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot reagiu a declarações de general Villas Boas que deu a entender que o exército pretende proteger os "cidadãos de bem". Janot disse preferir "não acreditar" em uma guinada autoritária no Brasil, mas manifestou preocupação com mais uma possibilidade de retrocesso.

"Isso definitivamente não é bom”, afirmou o ex-PGR, em reação às declarações do general do Exército Eduardo Villas Bôas, nesta terça-feira, 3. Por meio de Twitter, Villas Boas questionou sobre ‘quem está pensando no bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais’ e disse que a o Exército ‘se mantém atento às suas missões institucionais’". Confira.

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