JBS denuncia esquema de corrupção envolvendo governador do MS

Gigante esquema de corrupção da qual a empresa participa começou no Mato Grosso do Sul com falsas vendas de gado, que disfarçavam pagamentos de propina a autoridades no Estado, denunciaram os irmãos Joesley e Wesley Batista em delação premiada; o esquema, que teria durado 13 anos, envolvia o frigorífico Buriti, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e secretários; Delcídio Amaral, que disputou o segundo turno no Estado em 2014 pelo PT contra Azambuja, também recebeu doação via caixa 2, além do tucano, denunciaram

Gigante esquema de corrupção da qual a empresa participa começou no Mato Grosso do Sul com falsas vendas de gado, que disfarçavam pagamentos de propina a autoridades no Estado, denunciaram os irmãos Joesley e Wesley Batista em delação premiada; o esquema, que teria durado 13 anos, envolvia o frigorífico Buriti, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e secretários; Delcídio Amaral, que disputou o segundo turno no Estado em 2014 pelo PT contra Azambuja, também recebeu doação via caixa 2, além do tucano, denunciaram
Gigante esquema de corrupção da qual a empresa participa começou no Mato Grosso do Sul com falsas vendas de gado, que disfarçavam pagamentos de propina a autoridades no Estado, denunciaram os irmãos Joesley e Wesley Batista em delação premiada; o esquema, que teria durado 13 anos, envolvia o frigorífico Buriti, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e secretários; Delcídio Amaral, que disputou o segundo turno no Estado em 2014 pelo PT contra Azambuja, também recebeu doação via caixa 2, além do tucano, denunciaram (Foto: Gisele Federicce)

247 - Os irmãos Wesley e Joesley Batista revelaram aos procuradores do Ministério Público Federal que o gigantesco esquema de corrupção da qual a JBS é importante participante começou no Mato Grosso do Sul.

O Jornal Nacional teve acesso aos primeiros documentos divulgados, revelados na edição deste sábado 22. Eles compravam parte das declarações dos donos da JBS. O esquema, segundo eles, teria durado 13 anos.

O esquema no Mato Grosso do Sul funcionava com base em falsas vendas de gado, que disfarçavam pagamentos de propina a autoridades no Estado, denunciaram os empresário em delação premiada.

Eles entregaram ao MP uma lista com nomes e notas fiscais com simulações de compras dos animais, que nunca foram levados para o abate. "Wesley Batista entregou ao MPF uma lista com 56 notas fiscais do frigorífico Buriti, pelo fornecimento de carne, e 23 notas de compra de gado vivo de 12 pecuaristas", informou a reportagem.

Wesley contou que a JBS fez doações oficiais e via caixa dois a Reinaldo Azambuja (PSDB), atual governador, e Delcídio do Amaral (PT), que disputaram o segundo turno ao governo do Estado em 2014.

De acordo com Wesley, as vendas de gado eram inventadas para justificar a saída do dinheiro do caixa da JBS. O dinheiro virava propina para os secretários e para o governador Azambuja, em troca de redução de impostos estaduais.

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