“Jogar papel em branco não é crime”

Advogado do Camisa Verde e Branco, Adriano Salles Vanni, esteve hoje na DEATUR para identificar um integrante da escola, que deve ser ouvido esta semana; segundo advogado, esse membro pegou papis brancos do cho

“Jogar papel em branco não é crime”
“Jogar papel em branco não é crime” (Foto: Divulgação)

Aline Oliveira _247- O advogado da Camisa Verde e Branco, Adriano Salles Vanni, esteve no fim da tarde de hoje na DEATUR, Delegacia Especializada em Atendimento ao Turista, para entregar a Luís Fernando Saab – delegado que está presidindo o inquérito – o nome de um integrante da escola para ser ouvido ainda esta semana.

Esse integrante, cujo apelido é Adão, estava no dia da confusão, foi identificado pela Polícia e por isso tem de prestar depoimento. Porém, o advogado afirma que Adão apenas “pegou envelopes vazios do chão e jogou para cima”. O que, segundo o advogado, prova que o integrante da escola não cometeu irregularidade. “Jogar papel branco não é crime”, disse. 

Salles Vanni também defende o integrante Alexandre Salomão, que foi indiciado por supressão de documentos. Sobre esse caso, o advogado disse Salomão “pegou envelopes da mesa e jogou para cima”.

O advogado ainda acrescentou que o depoimento do presidente da Liga das Escolas de Samba, Paulo Sérgio Ferreira, ratificou sua versão a favor de Alexandre Salomão. “O próprio presidente disse que a Liga tem todas as notas lidas e que os papéis jogados estavam em branco”. Diante disso, o advogado irá pedir, após perícia, que o nome de Salomão seja retirado do arquivos da Justiça, para não prejudica-lo futuramente.

No entanto, o delegado Luís Fernando Saab disse que, de forma alguma, Alexandre Salomão será desindiciado. “A convicção foi feita o e despacho está fundamentado em elementos que compravam o fundamento do indiciamento do Alexandre”, afirmou.

Vale lembrar que esses dois integrantes do Camisa Verde e Branco foram para o alambrado após o integrante da Império de Casa Verde, Tiago Ciro Tadeu Faria, pular a grade e rasgar as duas últimas notas que não chegaram a ser divulgadas.

Para justificar a ação do pessoal do Camisa Verde e Branco, o advogado disse que eles estavam em busca dos votos subtraídos. Esses votos poderiam salvar o Camisa Verde”.

 

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