Jungmann: munição usada na morte de Marielle foi roubada na sede dos Correios na Paraíba

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que a munição usada na morte da vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL) foi roubada na sede dos Correios na Paraíba - Jungmann comentou o fato de a munição pertencer a um lote vendido à Polícia Federal de Brasília em 2006; "Essa munição foi roubada na sede dos Correios, pela informação que eu tenho, anos atrás na Paraíba. E a Polícia Federal já abriu mais de 50 inquéritos por conta dessa munição desviada"

Brasília - Ministro da Defesa, Raul Jungmann, após reunião com o presidente Temer no Palácio do Planalto, fala sobre operação do Exército ao cerco a criminosos na Rocinha, no Rio de Janeiro (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - Ministro da Defesa, Raul Jungmann, após reunião com o presidente Temer no Palácio do Planalto, fala sobre operação do Exército ao cerco a criminosos na Rocinha, no Rio de Janeiro (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta sexta-feira (16) que a munição usada na morte da vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL) foi roubada na sede dos Correios na Paraíba - Jungmann comentou o fato de a munição pertencer a um lote vendido à Polícia Federal de Brasília em 2006.

"Essa munição foi roubada na sede dos Correios, pela informação que eu tenho, anos atrás na Paraíba. E a Polícia Federal já abriu mais de 50 inquéritos por conta dessa munição desviada", afirmou o ministro. Relato do G1. "Eu acredito que essas cápsulas que foram encontradas na cena do crime, este bárbaro crime, foram efetivamente roubadas. E, também, têm a ver com a chacina de Osasco, que já se sabe, e que a Polícia Federal está fazendo todo seu rastreamento, levantando todos os dados e vai apresentar muito em breve as conclusões às quais chegou", acrescentou.

De acordo com o ministro, a PF determinou ao melhor especialista em impressões digitais e em DNA que colha o material genético nas cápsulas. "A PF tem um banco de dados e vai colocar esse material coletado para identificar [impressões digitais], o que já seria uma pista segura no que diz respeito a quem realizou o crime", afirmou.

Ao falar sobre uma eventual federalização das investigações, Jungmann afirmou que a Polícia Federal e a Polícia Civil do Rio já trabalham em conjunto.

A Procuradoria Geral da República, comandada por Raquel Dodge, informou que estuda pedir a federalização das investigações. Se o pedido for apresentado, caberá ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir.

 

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