Kennedy: certos juízes gostam mesmo é de manifestoches

O jornalista Kennedy Alencar voltou a criticar nesta quarta-feira, 14, a defesa de associações de juízes sobre penduricalhos como auxílio-moradia, mesmo para quem tem imóvel próprio; "Quando a imprensa apoia a magistratura, ela não é moralista. Quando a critica, aí vira moralista. Ora, alguns juízes gostam mesmo é dos manifestoches mostrados pela Paraíso do Tuiuti no Carnaval", diz ele; "Só querem opinião pública a favor. É feio invocar o combate à corrupção para justificar privilégios num país que enfrenta grave crise fiscal. É uma irresponsabilidade orçamentária, porque dinheiro não nasce em árvore", acrescenta

O jornalista Kennedy Alencar voltou a criticar nesta quarta-feira, 14, a defesa de associações de juízes sobre penduricalhos como auxílio-moradia, mesmo para quem tem imóvel próprio; "Quando a imprensa apoia a magistratura, ela não é moralista. Quando a critica, aí vira moralista. Ora, alguns juízes gostam mesmo é dos manifestoches mostrados pela Paraíso do Tuiuti no Carnaval", diz ele; "Só querem opinião pública a favor. É feio invocar o combate à corrupção para justificar privilégios num país que enfrenta grave crise fiscal. É uma irresponsabilidade orçamentária, porque dinheiro não nasce em árvore", acrescenta
O jornalista Kennedy Alencar voltou a criticar nesta quarta-feira, 14, a defesa de associações de juízes sobre penduricalhos como auxílio-moradia, mesmo para quem tem imóvel próprio; "Quando a imprensa apoia a magistratura, ela não é moralista. Quando a critica, aí vira moralista. Ora, alguns juízes gostam mesmo é dos manifestoches mostrados pela Paraíso do Tuiuti no Carnaval", diz ele; "Só querem opinião pública a favor. É feio invocar o combate à corrupção para justificar privilégios num país que enfrenta grave crise fiscal. É uma irresponsabilidade orçamentária, porque dinheiro não nasce em árvore", acrescenta (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Kennedy Alencar voltou a criticar nesta quarta-feira, 14, a defesa de associações de juízes sobre penduricalhos como auxílio-moradia, mesmo para quem tem imóvel próprio. 

Em nota, a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) disse enxergar uma "campanha difamatória e desmoralizadora a que tem sido submetido o poder judiciário e seus membros, em época de intenso enfrentamento" da corrupção. Também em nota, a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) afirmou que há "uso abusivo e distorcido das informações financeiras disponibilizadas nos portais de transparência"

"A imprensa está cumprindo o papel dela, até tardiamente, diga-se de passagem, ao informar o valor da isenção tributária dos penduricalhos de 18 mil juízes brasileiros", aponta Kennedy. 

"Quando a imprensa apoia a magistratura, ela não é moralista. Quando a critica, aí vira moralista. Ora, alguns juízes gostam mesmo é dos manifestoches mostrados pela Paraíso do Tuiuti no Carnaval. Só querem opinião pública a favor. É feio invocar o combate à corrupção para justificar privilégios num país que enfrenta grave crise fiscal. É uma irresponsabilidade orçamentária, porque dinheiro não nasce em árvore", acrescenta. 

Kennedy afirma que a Ajufe e a Anamatra reclamaram até da chamada pejotização de jornalistas. "Ora, se há pejotização indevida, ela precisa ser combatida, sobretudo pelos aplicadores da lei. Mas a pejotização também não torna legal a burla do teto constitucional por meio dos penduricalhos", diz ele. 

"Os mais ricos deveriam pagar mais imposto no Brasil, sejam eles da iniciativa privada ou de castas de servidores públicos privilegiados que usam argumentos indefensáveis para defender mordomias e supersalários", diz ele. 

Leia o texto na íntegra no Blog do Kennedy

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