Lava Jato: Engevix pede que caso seja enviado ao STF

Defesa dos executivos da empresa Engevix Engenharia S.A, investigada na Operação Lava Jato, entrou nesta quinta-feira 20 com pedido de reclamação no Supremo Tribunal Federal para que o caso seja retirado das mãos do juiz federal Sério Moro, da 13.ª Vara Federal de Curitiba, e seja encaminhado à Corte Suprema

Defesa dos executivos da empresa Engevix Engenharia S.A, investigada na Operação Lava Jato, entrou nesta quinta-feira 20 com pedido de reclamação no Supremo Tribunal Federal para que o caso seja retirado das mãos do juiz federal Sério Moro, da 13.ª Vara Federal de Curitiba, e seja encaminhado à Corte Suprema
Defesa dos executivos da empresa Engevix Engenharia S.A, investigada na Operação Lava Jato, entrou nesta quinta-feira 20 com pedido de reclamação no Supremo Tribunal Federal para que o caso seja retirado das mãos do juiz federal Sério Moro, da 13.ª Vara Federal de Curitiba, e seja encaminhado à Corte Suprema (Foto: Gisele Federicce)

Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

A defesa dos executivos da empresa Engevix Engenharia S.A entrou hoje (20) com pedido de reclamação no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o caso seja retirado das mãos do juiz federal Sério Moro, da 13.ª Vara Federal de Curitiba, e seja encaminhado à Corte Suprema.

O pedido já está com o ministro Teori Zavascki, que poderá se pronunciar sobre ele a qualquer momento. Até o momento, o STF tem negado a maioria dos pedidos feitos pela defesa dos executivos presos na Operação Lava Jato.

Na reclamação, o advogado Fábio Tofic Simantob, também pede liminarmente a libertação do vice-presidente da empresa, o engenheiro Gerson de Mello Almada, preso desde sexta-feira (14),, na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

Segundo Tofic, o juiz Sérgio Moro não poderia ter prosseguido com a investigação, uma vez que foram citados nomes de parlamentares. Ele argumenta que os autos deveriam ser remetidos ao STF, instância adequada para investigar parlamentares, que têm foro privilegiado. A defesa lembra que a materialidade do pedido está confirmada nos depoimentos da delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef.

O advogado pede ainda que sejam suspensos todos os efeitos da investigação a partir do momento em que houve essas revelações e, por extensão, as prisões.

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