Lava Jato vê lavagem de dinheiro em empréstimo à mulher de Cunha

Investigadores destacaram no pedido de prisão de Eduardo Cunha um empréstimo de R$ 250 mil que teria sido feito pela Igreja Evangélica Cristo para a mulher do peemedebista, a jornalista Cláudia Cruz; procuradores alegaram que a operação foi um "empréstimo simulado com estratagema para lavagem de dinheiro"; igreja pertence ao radialista e ex-deputado federal Francisco Oliveira da Silva, apontado como aliado de Cunha

Investigadores destacaram no pedido de prisão de Eduardo Cunha um empréstimo de R$ 250 mil que teria sido feito pela Igreja Evangélica Cristo para a mulher do peemedebista, a jornalista Cláudia Cruz; procuradores alegaram que a operação foi um "empréstimo simulado com estratagema para lavagem de dinheiro"; igreja pertence ao radialista e ex-deputado federal Francisco Oliveira da Silva, apontado como aliado de Cunha
Investigadores destacaram no pedido de prisão de Eduardo Cunha um empréstimo de R$ 250 mil que teria sido feito pela Igreja Evangélica Cristo para a mulher do peemedebista, a jornalista Cláudia Cruz; procuradores alegaram que a operação foi um "empréstimo simulado com estratagema para lavagem de dinheiro"; igreja pertence ao radialista e ex-deputado federal Francisco Oliveira da Silva, apontado como aliado de Cunha (Foto: Paulo Emílio)

247 - Investigadores da Operação Lava Jato destacaram no pedido de prisão que levou o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a ser preso pela Polícia Federal um empréstimo no valor de R$ 250 mil que foi feito pela Igreja Evangélica Cristo para a mulher do peemedebista, a jornalista Cláudia Cruz.

Segundo a Procuradoria da República, no Paraná, a operação foi um 'empréstimo simulado com estratagema para lavagem de dinheiro'. A igreja pertence ao radialista Francisco Oliveira da Silva, ex-deputado federal e apontado como aliado de Cunha.

"A partir da DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte) de Cláudia Cruz, identificou-se a declaração de um empréstimo supostamente contraído junto a Francisco Oliveira da Silva, presidente da Igreja Evangélica Cristo de R$ 250 milno ano de 2008. Contudo, realizada a quebra de sigilo bancário de Cláudia Cruz e de Francisco Oliveira da Silva, não foram identificados relacionamentos financeiros entre as partes", destacaram os procuradores no pedido de prisão de Cunha.

"Ao que tudo indica, Francisco Oliveira da Silva jamais emprestou dinheiro a Cláudia Cruz, sendo lógico que a simulação do contrato de mútuo serviu apenas como uma fraude para dar lastro para o ingresso de recursos espúrios provenientes dos crimes praticados por Eduardo Cunha no patrimônio da investigada", complementaram os procuradores.

Em abril deste ano, ao depor aos investigadores da Lava Jato, Cláudia Cruz admitiu que conhece Francisco Oliveira mas que "nunca teve situação de necessidade financeira"; Ela também afirmou desconhecer os fatos relacionados ao suposto empréstimo. Cláudia é acusada pela Lava Jato de ter praticado o crime de lavagem de dinheiro.

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