Lewandowski dá lição em Cunha: 'sindicalistas são bem-vindos'

Presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, recebe representantes das centrais sindicais, com tratamento inverso ao do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), que impediu a entrada de sindicalistas na Câmara no início da semana. "Aqui vocês serão sempre bem-vindos. Vamos sempre garantir a presença de vocês em nosso plenário", disse nesta quinta (9) Lewandowski, aos presidentes da CUT, da UGT, da CTB, da Nova Central e da CSB, durante audiência; eles foram ao STF para discutir a aprovação do PL da terceirização

Presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, recebe representantes das centrais sindicais, com tratamento inverso ao do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), que impediu a entrada de sindicalistas na Câmara no início da semana. "Aqui vocês serão sempre bem-vindos. Vamos sempre garantir a presença de vocês em nosso plenário", disse nesta quinta (9) Lewandowski, aos presidentes da CUT, da UGT, da CTB, da Nova Central e da CSB, durante audiência; eles foram ao STF para discutir a aprovação do PL da terceirização
Presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, recebe representantes das centrais sindicais, com tratamento inverso ao do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), que impediu a entrada de sindicalistas na Câmara no início da semana. "Aqui vocês serão sempre bem-vindos. Vamos sempre garantir a presença de vocês em nosso plenário", disse nesta quinta (9) Lewandowski, aos presidentes da CUT, da UGT, da CTB, da Nova Central e da CSB, durante audiência; eles foram ao STF para discutir a aprovação do PL da terceirização (Foto: Valter Lima)
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247 - "Aqui vocês serão sempre bem-vindos. Vamos sempre garantir a presença de vocês em nosso plenário", disse na tarde desta quinta-feira o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, aos presidentes da CUT, da UGT, da CTB, da Nova Central e da CSB, durante audiência.

Na última terça, dia 7, por ordem do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sindicalistas e militantes contrários ao projeto de lei 4330, da terceirização total, foram não apenas impedidos de entrar na casa, como duramente agredidos tanto pela PM do Distrito Federal quanto pela Polícia Legislativa.

Vagner Freitas, da CUT, Ricardo Patah, da UGT, Adilson Araújo, da CTB, José Calixto Ramos, da Nova Central, e Antonio Neto, da CSB, reuniram-se em audiência com Lewandowski para tratar do PL 4330.

O ministro garantiu aos sindicalistas que não há nenhuma decisão tomada pelo tribunal em relação ao tema. E sugeriu aos dirigentes sindicais que aguardem a completa tramitação do PL no Legislativo e no Executivo antes de decidirem ingressar com qualquer ação no STF. “Estamos empenhados em fazer justiça e em manter a paz social e a independência entre os poderes da República, disse. E completou: “Nós vamos fazer justiça”.

Vagner Freitas lembrou ao presidente do STF que a votação na Câmara “foi açodada, sem debate, truculenta e antidemocrática”. “Temos de reverter essa barbaridade”, disse o sindicalista.

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