Líder do golpe contra Dilma, Eduardo Cunha diz que se estivesse no poder apoiaria Bolsonaro

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que se encontra em prisão domiciliar, diz em entrevista que apoiaria o governo de extrema direita de Jair Bolsonaro para evitar a volta do PT ao poder

Eduardo Cunha
Eduardo Cunha (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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247 - O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que liderou há cinco anos o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, declara em entrevista à Folha de S.Paulo publicada nesta terça-feira (13), que "quem elegeu Bolsonaro porque não queria a volta do PT tem a obrigação de dar a governabilidade a ele". E que se estivesse no poder, apoiaria o atual ocupante do Palácio do Planalto.

Na entrevista, Cunha afirma que Michel Temer passou a trabalhar pelo afastamento da petista em agosto de 2015, mais de três meses antes da abertura do processo. 

Cunha conta também que a decisão de promover o golpe contra o governo Dilma foi tomada na casa de Rodrigo Maia, em 10 de outubro de 2015. Nessa reunião ficou combinado alterar o pedido já protocolado pelo advogado Hélio Bicudo, para incluir decretos orçamentários de Dilma em 2015, que supostamente caracterizavam o crime de responsabilidade. 

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