Líder do MTST: 'O lulismo não funciona mais'

Para o filósofo Guilherme Boulos, o governo federal e o PT estão subestimando a insatisfação popular com a gestão Dilma Rousseff, que registrou aprovação de apenas 12% segundo pesquisa Ibope divulgada na semana passada: "Dilma preferiu cortar do lado de cá. Manter a governabilidade na banca significa o risco de perdê-la nas ruas", diz; segundo ele, ‘o lulismo, como modelo de conciliação, não funciona mais’: “Não dá mais para haver avanço popular sem reformas estruturais. Qualquer governo que não se disponha a colocar isso estará refém de um caminho pela direita, conservador”

Para o filósofo Guilherme Boulos, o governo federal e o PT estão subestimando a insatisfação popular com a gestão Dilma Rousseff, que registrou aprovação de apenas 12% segundo pesquisa Ibope divulgada na semana passada: "Dilma preferiu cortar do lado de cá. Manter a governabilidade na banca significa o risco de perdê-la nas ruas", diz; segundo ele, ‘o lulismo, como modelo de conciliação, não funciona mais’: “Não dá mais para haver avanço popular sem reformas estruturais. Qualquer governo que não se disponha a colocar isso estará refém de um caminho pela direita, conservador”
Para o filósofo Guilherme Boulos, o governo federal e o PT estão subestimando a insatisfação popular com a gestão Dilma Rousseff, que registrou aprovação de apenas 12% segundo pesquisa Ibope divulgada na semana passada: "Dilma preferiu cortar do lado de cá. Manter a governabilidade na banca significa o risco de perdê-la nas ruas", diz; segundo ele, ‘o lulismo, como modelo de conciliação, não funciona mais’: “Não dá mais para haver avanço popular sem reformas estruturais. Qualquer governo que não se disponha a colocar isso estará refém de um caminho pela direita, conservador” (Foto: Roberta Namour)
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247 – Líder do MTST, movimento de sem¬tetos, o filósofo Guilherme Boulos afirma que governo federal e o PT estão subestimando a insatisfação popular com a gestão Dilma Rousseff, que registrou aprovação de apenas 12% segundo pesquisa Ibope divulgada na semana passada.

Em entrevista ao Valor, ele afirma que "do jeito que as coisas estão, é difícil pensar em 2018. Tem que ver se esse governo termina 2015". "Dilma preferiu cortar do lado de cá. Manter a governabilidade na banca significa o risco de perde-la nas ruas", diz.

Segundo ele, ‘o lulismo, como modelo de conciliação, não funciona mais’: “Não dá mais para haver avanço popular sem reformas estruturais. Qualquer governo que não se disponha a colocar isso estará refém de um caminho pela direita, conservador” (leia mais).

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