Mais Médicos: com saída de cubanos, 42% das cidades têm vagas abertas

Com a saída dos médicos cubanos por conta da descontinuidade do programa Mais Médicos, "quatro em cada dez cidades brasileiras (42%) onde profissionais do país atuavam no momento do encerramento da parceria ainda não conseguiram preencher todas as vagas ofertadas no programa"; o déficit, antes da saída dos cubanos, era de 23%

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247 - Com a saída dos médicos cubanos por conta da descontinuidade do programa Mais Médicos, "quatro em cada dez cidades brasileiras (42%) onde profissionais do país atuavam no momento do encerramento da parceria ainda não conseguiram preencher todas as vagas ofertadas no programa", informa O Globo neste domingo (26). O déficit, antes da saída dos cubanos, em outubro, era de 23%.

"Os municípios que abrigaram os profissionais estrangeiros concentram hoje 80% do déficit registrado no programa. A maior parte está nas regiões Nordeste (38%) e Sudeste (24%). Entre os estados, a Bahia lidera o ranking com maior número de vagas desocupadas (eram 132 em abril), seguida por São Paulo (131) e Minas Gerais (103).

O Ministério da Saúde argumenta que todas as 8.517 vagas do edital do Mais Médicos, lançado após o fim da cooperação com Cuba, chegaram a ser preenchidas por brasileiros, mas ressalta que 1.325 profissionais com registro no Brasil se desligaram do programa nos últimos meses. A desistência fez com que o déficit fosse ampliado", conta a reportagem.

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