Marun nega influência de Cunha na Caixa: 'é história de fantasma'

Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo, negou que o governo Michel Temer tenha agido com lentidão ao afastar os quatro vice-presidentes da Caixa como havia sido recomendado pelo Ministério Público Federal em função das suspeitas de tráfico de influência na instituição; ele também ironizou a informação de que o ex-deputado Eduardo Cunha, preso e condenado no âmbito da Lava Jato, tenha exercido alguma influência na Caixa. "Isso é história de fantasma", disse

Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo, negou que o governo Michel Temer tenha agido com lentidão ao afastar os quatro vice-presidentes da Caixa como havia sido recomendado pelo Ministério Público Federal em função das suspeitas de tráfico de influência na instituição; ele também ironizou a informação de que o ex-deputado Eduardo Cunha, preso e condenado no âmbito da Lava Jato, tenha exercido alguma influência na Caixa. "Isso é história de fantasma", disse
Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo, negou que o governo Michel Temer tenha agido com lentidão ao afastar os quatro vice-presidentes da Caixa como havia sido recomendado pelo Ministério Público Federal em função das suspeitas de tráfico de influência na instituição; ele também ironizou a informação de que o ex-deputado Eduardo Cunha, preso e condenado no âmbito da Lava Jato, tenha exercido alguma influência na Caixa. "Isso é história de fantasma", disse (Foto: Paulo Emílio)

247 - Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo, negou que o governo Michel Temer tenha agido com lentidão ao afastar os quatro vice-presidentes da Caixa como havia sido recomendado pelo Ministério Público Federal em função das suspeitas de tráfico de influência na instituição. Ele também ironizou a informação de que o ex-deputado Eduardo Cunha, preso e condenado no âmbito da Lava Jato, tenha exercido alguma influência na Caixa. "Isso é história de fantasma", disse.

Marun foi considerado como o líder da tropa de choque de Cunha quando este foi denunciado pelo crime de corrupção e lavagem de dinheiro. Apesar de preso, o ex-parlamentar teria mantido sua influência na Caixa por meio da indicação de aliados.

Para o ministro, "as pessoas que foram afastadas terão agora a chance de se defender, de estabelecer o contraditório. O governo não demorou para agir, a reação foi pronta e no momento que se avançou na posição do BC. O governo fez o que é adequado. As atitudes são adequadas", afirmou.

 

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