Ministério da Defesa viu risco de punição a militares em lei que enterrou LSN

O Comando do Exército e o Ministério da Defesa propuseram veto de Bolsonaro a artigos da nova lei que revogou a LSN dos tempos da ditadura

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(Foto: Reprodução | Roque de Sá/Agência Senado)


247 - Jair Bolsonaro vetou, a pedido do Comando do Exército e do Ministério da Defesa artigos de uma norma aprovada pelo Congresso para revogar a Lei de Segurança Nacional (LSN). 

O projeto previa punições para quem tentasse impedir manifestações. Documentos obtidos pelo Estadão mostram que os chefes das Forças Armadas alegaram risco de militares serem presos por eventuais abusos cometidos durante operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLOs).

O veto, que pode ser derrubado pelos parlamentares em sessão marcada para a próxima segunda-feira (27), foi mais um gesto de Bolsonaro para agradar aos militares. 

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O ocupante do Palácio do Planalto já comprometeu ao menos R$ 27,7 bilhões até 2022 em benesses a integrantes das Forças Armadas e policiais que vão de aumento salarial a linha de crédito para financiar imóveis com juros abaixo do mercado.

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