‘Ministro da Agricultura não poderá ser aprendiz’

Ministro da Agricultura por três anos no governo do ex-presidente Lula, o engenheiro agrônomo Roberto Rodrigues sugere pontos cruciais para o próximo titular da pasta, em eventual governo do vice Michel Temer; "O futuro ministro terá de entender do assunto porque não haverá tempo para aprendizes. Seguro, crédito, acordos bilaterais e tecnologia são objetivos a serem seguidos", diz Rodrigues; ele avalia que a ministra Kátia Abreu "fez um bom trabalho no início", mas "ficou com as mãos atadas por causa da paralisia do governo"

Ministro da Agricultura por três anos no governo do ex-presidente Lula, o engenheiro agrônomo Roberto Rodrigues sugere pontos cruciais para o próximo titular da pasta, em eventual governo do vice Michel Temer; "O futuro ministro terá de entender do assunto porque não haverá tempo para aprendizes. Seguro, crédito, acordos bilaterais e tecnologia são objetivos a serem seguidos", diz Rodrigues; ele avalia que a ministra Kátia Abreu "fez um bom trabalho no início", mas "ficou com as mãos atadas por causa da paralisia do governo"
Ministro da Agricultura por três anos no governo do ex-presidente Lula, o engenheiro agrônomo Roberto Rodrigues sugere pontos cruciais para o próximo titular da pasta, em eventual governo do vice Michel Temer; "O futuro ministro terá de entender do assunto porque não haverá tempo para aprendizes. Seguro, crédito, acordos bilaterais e tecnologia são objetivos a serem seguidos", diz Rodrigues; ele avalia que a ministra Kátia Abreu "fez um bom trabalho no início", mas "ficou com as mãos atadas por causa da paralisia do governo" (Foto: Romulo Faro)
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247 - Ministro da Agricultura por três anos no governo do ex-presidente Lula, o engenheiro agrônomo Roberto Rodrigues é defensor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, e sugere pontos cruciais para o próximo titular da pasta, em eventual governo do vice Michel Temer.

"O futuro ministro terá de entender do assunto porque não haverá tempo para aprendizes. Seguro, crédito, acordos bilaterais e tecnologia são objetivos a serem seguidos", diz Rodrigues em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

Questionado sobre a possibilidade de assumir o Ministério da Agricultura na gestão Temer, ele rejeita, e diz que já deu sua contribuição ao comandar a pasta de 2003 a 2006.

Ele avalia que a ministra Kátia Abreu "fez um bom trabalho no início", mas "ficou com as mãos atadas por causa da paralisia do governo"

Leia aqui a íntegra da entrevista.

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