MP cobra da Andrade propina de MG e SP

A Andrade Gutierrez, que já fechou seu acordo de colaboração na Lava Jato, foi chamada pelo Ministério Público a prestar informações sobre sua participação nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais e no Rodoanel, em São Paulo; o motivo: OAS e Odebrecht, concorrentes da empreiteira, revelaram propinas a agentes públicos nesses dois empreendimentos, que foram tocados nas gestões tucanas de Aécio Neves, Antonio Anastasia, José Serra e Geraldo Alckmin; um dos donos da empreiteira, Sergio Andrade também foi convocado a se tornar delator

A Andrade Gutierrez, que já fechou seu acordo de colaboração na Lava Jato, foi chamada pelo Ministério Público a prestar informações sobre sua participação nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais e no Rodoanel, em São Paulo; o motivo: OAS e Odebrecht, concorrentes da empreiteira, revelaram propinas a agentes públicos nesses dois empreendimentos, que foram tocados nas gestões tucanas de Aécio Neves, Antonio Anastasia, José Serra e Geraldo Alckmin; um dos donos da empreiteira, Sergio Andrade também foi convocado a se tornar delator
A Andrade Gutierrez, que já fechou seu acordo de colaboração na Lava Jato, foi chamada pelo Ministério Público a prestar informações sobre sua participação nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais e no Rodoanel, em São Paulo; o motivo: OAS e Odebrecht, concorrentes da empreiteira, revelaram propinas a agentes públicos nesses dois empreendimentos, que foram tocados nas gestões tucanas de Aécio Neves, Antonio Anastasia, José Serra e Geraldo Alckmin; um dos donos da empreiteira, Sergio Andrade também foi convocado a se tornar delator (Foto: Leonardo Attuch)

247 – A Andrade Gutierrez, que já fechou seu acordo de colaboração na Lava Jato, e fez um acordo de leniência de R$ 1 bilhão, foi chamada pelo Ministério Público a prestar informações sobre sua participação nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais e no Rodoanel, em São Paulo.

O motivo: OAS e Odebrecht, concorrentes da empreiteira, revelaram propinas a agentes públicos nesses dois empreendimentos, que foram tocados nas gestões tucanas de Aécio Neves, Antonio Anastasia, José Serra e Geraldo Alckmin.

Nas planilhas da Odebrecht, aparecem os nomes "santo" e "careca", nas planilhas das propinas. A empreiteira também citou uma operação de R$ 23 milhões, no caixa dois, para José Serra. A OAS, por sua vez, relatou propinas de 3% para pessoas ligadas a Aécio Neves.

Um dos donos da empreiteira, Sergio Andrade também foi convocado a se tornar delator.

Saiba mais na reportagem de Bela Megale e Valdo Cruz.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247