Na mira da PF, Luciano Hang diz que suas postagens representam "sua versão dos fatos" e não são fake news

Alvo de uma investigação da PF no âmbito do inquérito das fake news, o empresário Luciano Hang negou difundir notícias falsas ou ataques ao STF. "Sempre tento levar aos brasileiros o meu pensamento, a minha versão dos fatos", justificou

Luciano Hang
Luciano Hang (Foto: Reprodução)
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247 - Alvo de uma investigação da Polícia Federal no âmbito do inquérito das fake news, que apura ameaças e ataques contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o empresário Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, negou nesta quarta-feira (27) qualquer participação no esquema de divulgação de notícias falsas. Segundo ele, suas postagens nas redes sociais retratam sua “versão dos fatos” e não podem ser consideradas fake news.

"Temos que poder usar nossa voz, a liberdade de expressão e de pensamento. As pessoas, do outro lado, podem escolher entre uma versão e outra dos fatos. Temos os fatos e várias versões. Sempre tento levar aos brasileiros o meu pensamento, a minha versão dos fatos” disse Hang durante uma transmissão ao vivo pela internet, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo. 

Ainda segundo ele, o seu computador e o seu celular comprovariam que "jamais produziu notícias falsas". Além de Luciano Hang outros defensores de Jair Bolsonaro também são alvos da operação da Polícia Federal deflagrada nesta quarta-feira, entre eles os blogueiros Allan dos Santos, a ativista de extrema direita Sara Winter e o humorista Rey Bianchi. 

Outros oito deputados da base bolsonarista também são investigados. Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP), Filipe Barros (PSL-PR), Junio do Amaral (PSL-MG), Daniel Lúcio da Silveira (PSL-RJ),  Luiz Phillipe Orleans e Bragança (PSL-SP), além dos deputados estaduais Gil Diniz (PSL-SP) e Douglas Garcia (PSL-SP).

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