Pego com R$ 113 milhões, Paulo Preto aposta que será salvo por Gilmar

A defesa de Paulo Preto, apontado como operador do PSDB e de José Serra e ligado a R$ 113 milhões em quatro contas na Suíça, aposta que ele terá uma decisão favorável no Supremo Tribunal Federal, onde o processo envolvendo seu nome está nas mãos do ministro Gilmar Mendes; os advogados pedem que a investigação sobre peculato realizada pelo Ministério Público Federal e que tramita na 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo seja descolada para o Supremo; o inquérito apura se houve apropriação indevida de dinheiro público no valor atualizado de R$ 10,4 milhões nas obras do Rodoanel em São Paulo

A defesa de Paulo Preto, apontado como operador do PSDB e de José Serra e ligado a R$ 113 milhões em quatro contas na Suíça, aposta que ele terá uma decisão favorável no Supremo Tribunal Federal, onde o processo envolvendo seu nome está nas mãos do ministro Gilmar Mendes; os advogados pedem que a investigação sobre peculato realizada pelo Ministério Público Federal e que tramita na 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo seja descolada para o Supremo; o inquérito apura se houve apropriação indevida de dinheiro público no valor atualizado de R$ 10,4 milhões nas obras do Rodoanel em São Paulo
A defesa de Paulo Preto, apontado como operador do PSDB e de José Serra e ligado a R$ 113 milhões em quatro contas na Suíça, aposta que ele terá uma decisão favorável no Supremo Tribunal Federal, onde o processo envolvendo seu nome está nas mãos do ministro Gilmar Mendes; os advogados pedem que a investigação sobre peculato realizada pelo Ministério Público Federal e que tramita na 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo seja descolada para o Supremo; o inquérito apura se houve apropriação indevida de dinheiro público no valor atualizado de R$ 10,4 milhões nas obras do Rodoanel em São Paulo (Foto: Gisele Federicce)

247 - A defesa de Paulo Preto, apontado como operador do PSDB e de José Serra e ligado a R$ 113 milhões em quatro contas na Suíça, aposta que ele terá uma decisão favorável no Supremo Tribunal Federal, onde o processo envolvendo seu nome está nas mãos do ministro Gilmar Mendes.

Os advogados pedem que a investigação sobre peculato realizada pelo Ministério Público Federal e que tramita na 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo seja descolada para o Supremo. As informações são de reportagem do Valor Econômico.

O inquérito apura se houve apropriação indevida de dinheiro público no valor atualizado de R$ 10,4 milhões nas obras do Rodoanel em São Paulo. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defende que a investigação sobre a suspeita de peculato permaneça sob condução do MPF de São Paulo.

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