PF: Investimento em diamantes seria multiplicado por 6

Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 8, a operação Crátons, de informações da Lava Jato; investigadores descobriram uma rede de financiamento da extração ilegal de diamantes no chamado "garimpo Lage" (antigo Roosevelt) localizado na reserva indígena Parque do Aripuanã, dos índios cinta larga, que planejava investir R$ 1 milhão e estimava faturar R$ 6 milhões a cada 90 dias; os dois nomes investigados na Lava Jato e alvos da ação são o doleiro Carlos Habib Chater e o advogado Raul Canal

Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 8, a operação Crátons, de informações da Lava Jato; investigadores descobriram uma rede de financiamento da extração ilegal de diamantes no chamado "garimpo Lage" (antigo Roosevelt) localizado na reserva indígena Parque do Aripuanã, dos índios cinta larga, que planejava investir R$ 1 milhão e estimava faturar R$ 6 milhões a cada 90 dias; os dois nomes investigados na Lava Jato e alvos da ação são o doleiro Carlos Habib Chater e o advogado Raul Canal
Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 8, a operação Crátons, de informações da Lava Jato; investigadores descobriram uma rede de financiamento da extração ilegal de diamantes no chamado "garimpo Lage" (antigo Roosevelt) localizado na reserva indígena Parque do Aripuanã, dos índios cinta larga, que planejava investir R$ 1 milhão e estimava faturar R$ 6 milhões a cada 90 dias; os dois nomes investigados na Lava Jato e alvos da ação são o doleiro Carlos Habib Chater e o advogado Raul Canal (Foto: Aquiles Lins)
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247 - A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 8, a operação Crátons, de informações da Lava Jato. A partir de interceptações telefônicas e de emails de dois investigados no esquema de corrupção da Petrobras, os investigadores descobriram uma rede de financiamento da extração ilegal de diamantes no chamado "garimpo Lage" (antigo Roosevelt) localizado na reserva indígena Parque do Aripuanã, dos índios cinta larga que planejava investir R$ 1 milhão e estimava faturar R$ 6 milhões a cada 90 dias.

Os dois nomes que ligam a Lava Jato ao esquema de extração ilegal de diamantes são o do doleiro Carlos Habib Chater, preso desde março de 2014 acusado de lavar dinheiro desviado da Petrobrás; e o do advogado Raul Canal, chefe do Raul Canal & Advogados Associados, com sede em Brasília e representação em vários Estados, que teve o nome mencionado no início da investigação. Chater terá que prestar depoimento a respeito da nova denúncia.

A PF também identificou a participação de uma cooperativa e uma associação indígena na extração ilegal das pedras preciosas. Caciques cinta larga foram presos pela Operação deflagrada nesta terça. Segundo o delegado Amaral, a exploração tinha três ramificações: os financiadores, os indígenas e os empresários locais. Chater e Raul Canal estão nesse primeiro grupo.

"Duas pessoas monitoradas pela Lava Jato tiveram interceptações de telefone e email que mostraram estarem envolvidas com exploração de garimpo ilegal. A partir de então, se tomou conhecimento desse grupo e foi possível identificar quem estava disposto a financiar o garimpo", afirmou.

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