PF reforça suspeita de que laranjas do PSL e gráficas simularam gasto eleitoral

A suspeita de que o gasto eleitoral de candidatas do PSL de Minas Gerais em gráficas não tenha passado de simulação foi um dos elementos que reforçaram o pedido e a autorização das prisões e buscas realizadas pela Polícia Federal em Brasília e Minas Gerais

Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio
Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (Foto: Marcos Corrêa/PR)

247 - A suspeita de que o gasto eleitoral de candidatas do PSL de Minas Gerais em gráficas não tenha passado de simulação foi um dos elementos que reforçaram o pedido e a autorização das prisões e buscas realizadas pela Polícia Federal em Brasília e Minas Gerais nesta quinta-feira (27). A reportagem é do jornal Folha de S.Paulo. 

Na primeira fase da operação, em abril, os policiais federais foram a seis endereços em Minas, mas em praticamente nenhum deles encontrou indícios de que tenha havido efetiva prestação de serviço para as candidatas investigadas. Nesta quinta a PF prendeu, com autorização da Justiça, um assessor especial do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e dois ex-assessores que chefiaram sua campanha no Vale do Aço, em Minas.

A investigação da PF começou após o jornal Folha de S.Paulo revelar, em fevereiro, que Álvaro Antônio patrocinou esquema de candidaturas laranjas do PSL no estado —apesar de quatro delas terem recebido R$ 279 mil de verbas da sigla, tiveram pouco mais de 2.000 votos, claro indicativo de que não houve campanha real. Parte desse dinheiro voltou para empresas ligadas ao gabinete do hoje ministro de Jair Bolsonaro (PSL).

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