PF tenta incriminar reitor suicidado para justificar suas barbaridades

Professores continuam banidos da universidade e a reputação do reitor continua sendo achincalhada pelas forças de repressão, sem que haja uma contraofensiva à altura por parte da UFSC, diz texto do Jornalistas Livres, para quem a recente exoneração do pivô da operação "Ouvidos Moucos", o corregedor Rodolfo Hickel do Prado, chegou tarde

Professores continuam banidos da universidade e a reputação do reitor continua sendo achincalhada pelas forças de repressão, sem que haja uma contraofensiva à altura por parte da UFSC, diz texto do Jornalistas Livres, para quem a recente exoneração do pivô da operação "Ouvidos Moucos", o corregedor Rodolfo Hickel do Prado, chegou tarde
Professores continuam banidos da universidade e a reputação do reitor continua sendo achincalhada pelas forças de repressão, sem que haja uma contraofensiva à altura por parte da UFSC, diz texto do Jornalistas Livres, para quem a recente exoneração do pivô da operação "Ouvidos Moucos", o corregedor Rodolfo Hickel do Prado, chegou tarde (Foto: Gisele Federicce)

Do Jornalistas Livres - Intimidada e aterrorizada pelos abusos de poder que se sucederam à prisão, banimento e consequente suicídio do reitor Luiz Carlos Cancellier, a Universidade Federal de Santa Catarina não consegue reagir aos ataques da Polícia Federal e Corregedoria Geral da União tentando produzir provas para incriminar o reitor morto.

Professores continuam banidos da universidade e a reputação do reitor continua sendo achincalhada pelas forças de repressão, sem que haja uma contraofensiva à altura. A recente exoneração do pivô da operação “Ouvidos Moucos”, o corregedor Rodolfo Hickel do Prado, assinada pelo reitor pro tempore Ubaldo Balthazar e referendada pelo Conselho Universitário, chegou tarde.

Protestos de grupos, como o Floripa Contra o Estado de Exceção, não se transformam em ações criminais concretas por abuso de poder.

Leia aqui a íntegra do texto.

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