Pimenta: "hackers" são o novo caso Adélio

O deputado Paulo Pimenta (RS), líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara, divulgou na manhã desta quinta-feira (25) um vídeo em que denuncia como uma armação "que cheira muito mal" o inquérito sobre os supostos hackers de Araraquara, presos na última terça-feira pela Polícia Federal; ele diz que se trata de um novo caso Adélio

(Foto: Lula Marques | Reprodução)

247 - O deputado Paulo Pimenta (RS), líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara, divulgou  na manhã desta quinta-feira (25) um vídeo em que denuncia como uma armação "que cheira muito mal" o inquérito sobre os supostos hackers de Araraquara, presos na última terça-feira pela Polícia Federal. Ele diz que se trata de um novo caso Adélio, em alusão à históia mal explicada da facada em Bolsonaro no auge da campanha eleitoral de 2018.  

Pimenta relembra também o caso do sequestro do empresário Abílio Diniz, em plena campanha eleitoral de 1989, quando Lula se candidatou pela primeira vez à Presidência da República. Naquela ocasião, o empresário foi sequestrado e colocaram camisetas do PT nos sequestradores.    

O deputado gaúcho enfatiza que cheira mal a divulgação de que a intenção de um dos supostos hackers era vender para o PT os conteúdos que ele havia obtido das conversas de Moro com Dallagnol sobre a Operação Lava Jato.   

Para Pimenta, é condenável que essa informação vazia se transforme em manchete de todos os jornais.    

Do ponto de vista jornalístico - diz o líder petista - o que importa é o conteúdo das mensagens demonstrando a atuação ilegal de Moro nas investigações da Lava Jato, como verdadeiro chefe da operação. Moro rompeu os limites éticos e legais que foram prejudiciais à defesa do presidente Lula, afirma.   

Pimenta defende que o caso dos "hackers" de Araraquara seja investigado pela Polícia Federal sem contaminar o central do escândalo da Vaza Jato.

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