Pochmann: com Temer, o Brasil alcançou o sentido do silêncio dos cemitérios

"31 meses de Temer e o Brasil alcançou o sentido do silêncio dos cemitérios. Silêncio sintonizado pela inflação baixa a expressar inanição da economia estagnada, brutal desemprego e alta desigualdade entre pobres e ricos. E o cemitério simbolizado pela violência e mortes em massa", afirmou o economista Márcio Pochmann

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Pochmann: com Temer, o Brasil alcançou o sentido do silêncio dos cemitérios (Foto: Esq.: César Itiberê-PR / Dir.: Guilherme Santos - Sul 21)


247 - O economista Márcio Pochmann bateu duro no governo Michel Temer, que termina nesta segunda-feira (31) e é o mais impopular da história do Brasil.

"31 meses de Temer e o Brasil alcançou o sentido do silêncio dos cemitérios. Silêncio sintonizado pela inflação baixa a expressar inanição da economia estagnada, brutal desemprego e alta desigualdade entre pobres e ricos. E o cemitério simbolizado pela violência e mortes em massa", disse o estudioso no Twitter.

Pochmann também reforçou que os "caminhoneiros questionaram o modelo de preços da Petrobrás, com a greve que marcou o Brasil em 2018. Obtiveram subsídio que acaba hoje de até R$ 0,46 por litro de diesel e custo fiscal superior a R$12 bilhões ao governo Temer, que seguiu com o neoliberalismo da entrega nacional".

A Petrobras informou nesta segunda-feira (31) que aumentará o preço médio do diesel vendido nas refinarias em 2,5% a partir de 1º de janeiro por causa do fim do programa de subsídio. O valor do litro subiu de R$ 1,8088 para R$ 1,8545.

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O economista também afirmou que, "pelo fracasso do seu governo, com ineficiências e escândalos acobertados até agora, Temer optou pela intervenção militar no Rio, que apontou queda nos furtos e sequência da trajetória com elevadas mortes violentas". "Operação encerra hoje sem informar o custo fiscal para sociedade", acrescentou.

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