'Policial que não mata, não é policial', diz Bolsonaro ao defender PMs suspeitos de 346 mortes

Pré-candidato à Presidência da República, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que "policial que não mata não é policial". Declaração foi feita em defesa dos 20 policiais militares do Rio de Janeiro suspeitos de participação na morte de 356 pessoas; "Esses policiais têm que ser condecorados. Policial que não mata não é policial", disse; ele também defendeu o foro privilegiado pera políticos investigados e que os proprietários de terras tenham direito de se armar com fuzis para se defender de possíveis invasões promovidas pelo MST

Brasília - Os deputados Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro falam com a imprensa (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília - Os deputados Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro falam com a imprensa (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Pré-candidato à Presidência da República, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que "policial que não mata não é policial". Declaração foi feita em defesa dos 20 policiais militares do Rio de Janeiro suspeitos de participação na morte de 356 pessoas, segundo matéria publicada neste final de semana pelo jornal O Globo. "Esses policiais têm que ser condecorados. Policial que não mata não é policial", disse.

Bolsonaro, que nesta segunda-feira (27) participou de um evento promovido pela revista Veja, também defendeu o foro privilegiado pera políticos investigados e que os proprietários de terras tenham direito de se armar com fuzis para se defender de possíveis invasões promovidas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

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