Prefeitura Manaus decreta ponto facultativo nesta sexta pela greve dos caminhoneiros

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, decretou ponto facultativo nesta sexta-feira, 25, nos órgãos e entidades da estrutura organizacional do Executivo Municipal, devido à crise no abastecimento de combustível, em decorrência da paralisação nacional dos caminhoneiros; 499 escolas da rede municipal de Educação, mais prédios administrativos da Secretaria Municipal de Educação (Semed), não funcionarão

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, decretou ponto facultativo nesta sexta-feira, 25, nos órgãos e entidades da estrutura organizacional do Executivo Municipal, devido à crise no abastecimento de combustível, em decorrência da paralisação nacional dos caminhoneiros; 499 escolas da rede municipal de Educação, mais prédios administrativos da Secretaria Municipal de Educação (Semed), não funcionarão
O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, decretou ponto facultativo nesta sexta-feira, 25, nos órgãos e entidades da estrutura organizacional do Executivo Municipal, devido à crise no abastecimento de combustível, em decorrência da paralisação nacional dos caminhoneiros; 499 escolas da rede municipal de Educação, mais prédios administrativos da Secretaria Municipal de Educação (Semed), não funcionarão (Foto: Aquiles Lins)

247 - O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, decretou ponto facultativo nesta sexta-feira, 25, nos órgãos e entidades da estrutura organizacional do Executivo Municipal, devido à crise no abastecimento de combustível, em decorrência da paralisação nacional dos caminhoneiros.

"É uma medida de contenção para que os serviços públicos não sejam totalmente paralisados. Manaus, assim como as demais cidades do Brasil, está buscando alternativas para manter a ordem em mais essa crise na economia do país. O Brasil está caminhando rapidamente rumo ao caos, é hora de os poderes constituídos mostrarem a sua cara, é hora, sobretudo, de o Presidente da República, o doutor Michel Temer, tomar as atitudes que precisam ser tomadas para coibir esse abuso", defende o prefeito.

Com a medida, as 499 escolas da rede municipal de Educação, mais prédios administrativos da Secretaria Municipal de Educação (Semed), não funcionarão. As aulas para os 238 mil alunos da rede serão repostas em calendário especial, ao longo do ano.

 

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