Presidente da Queiroz Galvão desconhece propina a almirante

Executivo Petronio Braz Junior afirmou que "não tem conhecimento" de que algum integrante do Consórcio Angramon, que atuou nas obras de Angra 3, tenha oferecido propina ao presidente da Eletronuclear, o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, que foi preso pela Lava Jato sob suspeita de ter recebido R$ 4,5 milhões em suborno

Executivo Petronio Braz Junior afirmou que "não tem conhecimento" de que algum integrante do Consórcio Angramon, que atuou nas obras de Angra 3, tenha oferecido propina ao presidente da Eletronuclear, o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, que foi preso pela Lava Jato sob suspeita de ter recebido R$ 4,5 milhões em suborno
Executivo Petronio Braz Junior afirmou que "não tem conhecimento" de que algum integrante do Consórcio Angramon, que atuou nas obras de Angra 3, tenha oferecido propina ao presidente da Eletronuclear, o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, que foi preso pela Lava Jato sob suspeita de ter recebido R$ 4,5 milhões em suborno (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O presidente da Queiroz Galvão, Petronio Braz Junior, afirmou em depoimento que "não tem conhecimento" de pagamento de propina feito ao almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente licenciado da Eletronuclear, que foi preso pela Operação Lava Jato sob suspeita de ter recebido R$ 4,5 milhões do esquema.

De acordo com reportagem publicada no blog de Fausto Macedo, Braz Junior admitiu ter participado de reunião com Dalton Avancini, da Camargo Corrêa, em agosto de 2014, mas negou ter acertado fixação de valores para o almirante.

"Não tem conhecimento de que o consórcio ou algum de seus representantes tenha oferecido vantagens indevidas para Othon Luiz Pinheiro da Silva ou outrem, visando obter facilidades na licitação", declarou ele, em um depoimento do dia 3 de agosto.

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