PSDB monta palanques estaduais sem favoritos

Tendo que dividir as alianças da oposição com o PSB do também presidenciável Eduardo Campos (PSB), o PSDB está lançando candidaturas estaduais com pouca representatividade eleitoral, mais para garantir palanque para Aécio Neves do que efetivamente levar a disputa local a cabo; são ex-prefeitos de cidades do interior, ex-secretários, deputados considerados azarões que serão catapultados à condição de “aposta do partido”

Tendo que dividir as alianças da oposição com o PSB do também presidenciável Eduardo Campos (PSB), o PSDB está lançando candidaturas estaduais com pouca representatividade eleitoral, mais para garantir palanque para Aécio Neves do que efetivamente levar a disputa local a cabo; são ex-prefeitos de cidades do interior, ex-secretários, deputados considerados azarões que serão catapultados à condição de “aposta do partido”
Tendo que dividir as alianças da oposição com o PSB do também presidenciável Eduardo Campos (PSB), o PSDB está lançando candidaturas estaduais com pouca representatividade eleitoral, mais para garantir palanque para Aécio Neves do que efetivamente levar a disputa local a cabo; são ex-prefeitos de cidades do interior, ex-secretários, deputados considerados azarões que serão catapultados à condição de “aposta do partido” (Foto: Aquiles Lins)
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247 – O PSDB corre contra o tempo para garantir palanques nos estados para o seu candidato a presidente, Aécio Neves. Tendo que dividir as alianças da oposição com o PSB do também presidenciável Eduardo Campos (PSB), o PSDB está lançando candidaturas estaduais com pouca representatividade eleitoral, mais para garantir palanque para Aécio do que efetivamente levar a disputa local a cabo. São ex-prefeitos de cidades do interior, ex-secretários, deputados considerados azarões que serão catapultados à condição de “aposta do partido”.

Eduardo Campos está dando mais trabalho para os palanques regionais do PSDB do que o previsto. No Rio Grande do Sul, o socialista garantiu uma aliança com a principal opositora à reeleição da presidente Dilma Rousseff, a senadora Ana Amélia Lemos (PP), que será candidata a governadora. Sem candidato, o PSDB pode recorrer a uma aliança com o PMDB e corre o risco de não conseguir, caso o partido lance um nome ligado ao vice-presidente Michel Temer.

Situação parecida acontece no Distrito Federal. Campos e a presidente Dilma devem ter o apoio dos principais puxadores de voto, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB) e o atual governador Agnelo Queiroz (PT).

O desafio do PSDB de montar alianças ou lançar candidatos sem favoritismo para garantir palanque a Aécio se repete em outros estados, como Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul. No Ceará e na Paraíba, o partido está tendo que recorrer aos veteranos Tasso Jeiressati e Cássio Cunha Lima.

Segundo o secretário-geral do PSDB, Antônio Carlos Mendes Thame, afirmou à Folha de S. Paulo, "não há partido que se firme" sem lançar candidatos próprios. "Não é só um palanque na eleição para presidente, mas também um elemento forte para a formação de uma bancada. Ter um candidato a governador ajuda a ter um voto no PSDB de ponta a ponta."

Leia aqui a matéria da Folha de S. Paulo sobre o assunto. 

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