Regina Duarte diz que não fez apologia à tortura, mas sim a um sonho de brasilidade e união

A atriz e ex-secretária de Cultura, Regina Duarte, afirma que não cantou marchinha da ditadura para fazer apologia à tortura, mas sim “com o sonho de brasilidade e união que venho defendendo ao longo de toda a minha vida”

Regina Duarte
Regina Duarte (Foto: ADRIANO MACHADO/REUTERS)
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Revista Fórum - A atriz e ex-secretária da Cultura, Regina Duarte, publica artigo no Blog de Fausto Macedo, no Estadão desta sexta-feira (22), onde afirma que não cantou marchinha da ditadura para fazer apologia à tortura, mas sim “com o sonho de brasilidade e união que venho defendendo ao longo de toda a minha vida”.

No texto, intitulado “Que classe é essa, companheiro?”, ela não emite nenhum conceito nem revela plano de governo, diz apenas que foi alvo de “críticas sem juízo” cuja resposta da parte dela foi sempre a “serenidade” que, “deriva de uma paz de espírito que só pode ter quem age de acordo com sua consciência”.

Regina afirma que “ao aceitar o convite do presidente Jair Bolsonaro para ocupar a Secretaria Especial da Cultura, eu tinha plena consciência de que minha gestão seria alvo de críticas”, o que nunca a desencorajou.

Leia a íntegra na Fórum.

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