Relator de CPI quer ouvir Cerveró, Costa e Youssef

Relator da CPI mista da Petrobras, deputado federal Marco Maia (PT), definiu como prioridade nos trabalhos da comissão convocar os ex-diretores da estatal Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa, além do doleiro Alberto Youssef; mas descartou convocar a presidente da Petrobras, Graça Foster, e o ex-presidente Sérgio Gabrielli na primeira fase de trabalhos da comissão

Relator da CPI mista da Petrobras, deputado federal Marco Maia (PT), definiu como prioridade nos trabalhos da comissão convocar os ex-diretores da estatal Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa, além do doleiro Alberto Youssef; mas descartou convocar a presidente da Petrobras, Graça Foster, e o ex-presidente Sérgio Gabrielli na primeira fase de trabalhos da comissão
Relator da CPI mista da Petrobras, deputado federal Marco Maia (PT), definiu como prioridade nos trabalhos da comissão convocar os ex-diretores da estatal Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa, além do doleiro Alberto Youssef; mas descartou convocar a presidente da Petrobras, Graça Foster, e o ex-presidente Sérgio Gabrielli na primeira fase de trabalhos da comissão (Foto: Valter Lima)

247 - O relator da CPI mista da Petrobras, deputado federal Marco Maia (PT), definiu como prioridade nos trabalhos da comissão convocar os ex-diretores da estatal Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa, além do doleiro Alberto Youssef. Maia descartou convocar a presidente da Petrobras, Graça Foster, e o ex-presidente Sérgio Gabrielli na primeira fase de trabalhos da comissão. Para ele, como Foster e Gabrielli já prestaram depoimento na CPI exclusiva do Senado que também investiga a estatal, seria repetitivo ouvi-los novamente.

Na primeira reunião administrativa da comissão mista, Maia apresentou o plano de trabalho que traça os objetivos da comissão e como as investigações serão desenvolvidas aos demais integrantes do colegiado mas a votação do texto foi adiada para esta terça-feira (3). Os parlamentares também deixaram para votar os mais de 580 requerimentos apresentados a partir de amanhã. A decisão foi tomada para que deputados e senadores pudessem ler o plano de trabalho, de 17 páginas, além de poder fazer as sugestões de mudanças.

O plano está dividido em quatro eixos principais que tratarão das denúncias de superfaturamento na compra da refinaria de Pasadena (EUA), o suposto pagamento de propina por funcionários da empresa belga SBM Offshore para empregados da Petrobras, a falta de segurança de plataformas que estariam sendo colocadas em operação sem componentes básicos e a construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco.

 

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