Resgate de trabalhadores análogos a escravos caiu 34% em 2016

Mais de 660 trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão em 2016. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, este número é o menor desde 2000, quando 516 trabalhadores foram resgatados de situações semelhantes. No ano passado, a queda foi de 34% quando em comparação com o exercício anterior. O número de estabelecimentos fiscalizados também foi o menor desde 2002, 182; ministério atribuiu queda à greve dos auditores em agosto em 2015 e "a junção e depois separação do Ministério do Trabalho com a Previdência Social, o que gerou um impasse burocrático, provocando a falta de repasse de recursos"

Mais de 660 trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão em 2016. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, este número é o menor desde 2000, quando 516 trabalhadores foram resgatados de situações semelhantes. No ano passado, a queda foi de 34% quando em comparação com o exercício anterior. O número de estabelecimentos fiscalizados também foi o menor desde 2002, 182; ministério atribuiu queda à greve dos auditores em agosto em 2015 e "a junção e depois separação do Ministério do Trabalho com a Previdência Social, o que gerou um impasse burocrático, provocando a falta de repasse de recursos"
Mais de 660 trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão em 2016. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, este número é o menor desde 2000, quando 516 trabalhadores foram resgatados de situações semelhantes. No ano passado, a queda foi de 34% quando em comparação com o exercício anterior. O número de estabelecimentos fiscalizados também foi o menor desde 2002, 182; ministério atribuiu queda à greve dos auditores em agosto em 2015 e "a junção e depois separação do Ministério do Trabalho com a Previdência Social, o que gerou um impasse burocrático, provocando a falta de repasse de recursos" (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Mais de 660 trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão em 2016. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, este número é o menor desde 200. Quando 516 trabalhadores foram resgatados de situações semelhantes. No ano passado, a queda foi de 34% quando em comparação com o exercício anterior. O número de estabelecimentos fiscalizados também foi o menor desde 2002, 182.

A maior parte dos resgates do ano passado aconteceu em Minas Gerais, com 141 libertações. Minas aparece em primeiro lugar na lista desde 2013, quando passou o Pará. Em seguida, aparecem o Mato Grosso do Sul (82) e o Pará (77).

Segundo o ministério, o menor número de trabalhadores resgatados se deve à greve dos auditores em agosto e 2015 "o que provocou uma redução do quadro de auditores que realizam a fiscalização, afetando os números finais de 2016, tanto em operações como em resgates e estabelecimentos inspecionados"e "a junção e depois separação do Ministério do Trabalho com a Previdência Social, o que gerou um impasse burocrático, provocando a falta de repasse de recursos".

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