Rosseto diz que lei da terceirização 'não é boa para o país'

O ministro Miguel Rossetto (Secretaria-Geral) publicou nota oficial nesta quarta (8) em que critica o projeto de lei aprovado pela Câmara que regulamenta a terceirização no país; "O projeto é ruim, pois permite que toda relação de trabalho seja terceirizada, portanto, precarizada. Reduz os salários e os fundos de seguridade social. Não é bom para os trabalhadores. Não é bom para o país", disse

O ministro Miguel Rossetto (Secretaria-Geral) publicou nota oficial nesta quarta (8) em que critica o projeto de lei aprovado pela Câmara que regulamenta a terceirização no país; "O projeto é ruim, pois permite que toda relação de trabalho seja terceirizada, portanto, precarizada. Reduz os salários e os fundos de seguridade social. Não é bom para os trabalhadores. Não é bom para o país", disse
O ministro Miguel Rossetto (Secretaria-Geral) publicou nota oficial nesta quarta (8) em que critica o projeto de lei aprovado pela Câmara que regulamenta a terceirização no país; "O projeto é ruim, pois permite que toda relação de trabalho seja terceirizada, portanto, precarizada. Reduz os salários e os fundos de seguridade social. Não é bom para os trabalhadores. Não é bom para o país", disse (Foto: Valter Lima)
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247 - O ministro Miguel Rossetto (Secretaria-Geral) publicou nota oficial em que critica o projeto de lei aprovado pela Câmara que regulamenta a terceirização no país. Para o ministro, responsável pela interlocução do governo com os movimentos sociais, o texto precariza as relações de trabalho no país.

"O projeto é ruim, pois permite que toda relação de trabalho seja terceirizada, portanto, precarizada. Reduz os salários e os fundos de seguridade social. Não é bom para os trabalhadores. Não é bom para o país", disse o ministro na nota.

O projeto foi aprovado por 324 votos a favor, 137 contra e duas abstenções. O relator do projeto sobre terceirização no país, deputado Arthur Maia (SD-BA), recusou a sugestão do Ministério da Fazenda de antecipar o recolhimento de contribuição previdenciária e, em alguns casos, elevar alíquotas.

 

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