Rui Costa Pimenta: extrema direita cresce e ameaça de golpe militar é real

O presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, destaca a possível ameaça de interrupção das vias democráticas; "Nas Forças Armadas, há um clima efervescente para um golpe militar, uma minoria ali está alinhada com a democracia, o general Villas Bôas não deu aquela declaração aleatoriamente, a intervenção no Rio de Janeiro foi apenas um ensaio", denuncia  

O presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, destaca a possível ameaça de interrupção das vias democráticas; "Nas Forças Armadas, há um clima efervescente para um golpe militar, uma minoria ali está alinhada com a democracia, o general Villas Bôas não deu aquela declaração aleatoriamente, a intervenção no Rio de Janeiro foi apenas um ensaio", denuncia  
O presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, destaca a possível ameaça de interrupção das vias democráticas; "Nas Forças Armadas, há um clima efervescente para um golpe militar, uma minoria ali está alinhada com a democracia, o general Villas Bôas não deu aquela declaração aleatoriamente, a intervenção no Rio de Janeiro foi apenas um ensaio", denuncia   (Foto: Lais Gouveia)

TV 247 -  Em seu programa semanal desta terça-feira (3), o presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, analisou os últimos acontecimentos da conjuntura política brasileira.

Rui destaca que, independente do resultado no Supremo Tribunal Federal (STF), o quadro de polarização política se agrava. “Observamos a ameaça dos militares e uma tendência no amento da mobilização popular, ou seja, mais lenha na fogueira”, alerta. 

O presidente do PCO analisa o crescimento do fascismo no Brasil. “A direita clássica, como o PSDB, estimulou a ascensão da extrema direita para se esquivar de um confronto direito com a militância de esquerda, mas essa extrema direita está crescendo vertiginosamente e pode causar sérias ameaças, como a fusão do Bolsonaro com os generais do exército”, avalia.   

Golpe militar

Pimenta destaca a possível ameaça da interrupção das vias democráticas. "Nas forças armadas há um clima efervescente para um golpe militar, uma minoria ali está alinhada com a democracia, o general Villas Bôas não deu aquela declaração aleatoriamente, a intervenção no Rio de Janeiro foi um ensaio", denuncia.  

Ele considera que nenhuma decisão parlamentar ou judicial irá resolver a crise política nacional. "Muito difícil obter uma vitória no campo popular dentro do contexto de golpe que vivemos", conclui.  

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