S&P não aposta em aprovação da reforma da Previdência em 2018

Será muito difícil a reforma da Previdência ser votada neste ano no Brasil, marcado por eleições presidenciais, bem como avançar com medidas fiscais mais dolorosas, afirmou a diretora para ratings soberanos da Standard & Poor's, Lisa Schineller; reforma da Previdência está agendada para ser votada em 19 de fevereiro na Câmara dos Deputados e o governo alega que outras agências também podem rebaixar a nota brasileira caso isso não ocorra até fevereiro

Será muito difícil a reforma da Previdência ser votada neste ano no Brasil, marcado por eleições presidenciais, bem como avançar com medidas fiscais mais dolorosas, afirmou a diretora para ratings soberanos da Standard & Poor's, Lisa Schineller; reforma da Previdência está agendada para ser votada em 19 de fevereiro na Câmara dos Deputados e o governo alega que outras agências também podem rebaixar a nota brasileira caso isso não ocorra até fevereiro
Será muito difícil a reforma da Previdência ser votada neste ano no Brasil, marcado por eleições presidenciais, bem como avançar com medidas fiscais mais dolorosas, afirmou a diretora para ratings soberanos da Standard & Poor's, Lisa Schineller; reforma da Previdência está agendada para ser votada em 19 de fevereiro na Câmara dos Deputados e o governo alega que outras agências também podem rebaixar a nota brasileira caso isso não ocorra até fevereiro (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - Será muito difícil a reforma da Previdência ser votada neste ano no Brasil, marcado por eleições presidenciais, bem como avançar com medidas fiscais mais dolorosas, afirmou nesta sexta-feira a diretora para ratings soberanos da Standard & Poor's, Lisa Schineller.

Na noite passada, a agência de classificação de risco rebaixou o rating brasileiro em função da demora na aprovação de medidas para reequilibrar as contas públicas, num claro sinal para a reforma da Previdência, e de incertezas devido às eleições deste ano.

Em conferência, a diretora da S&P mencionou sucessivos atrasos na votação do plano para reduzir as despesas com Previdência como um sinal de "desgaste", que desacelerou o progresso no equilíbrio do orçamento.

A nova classificação é sustentada por "derrapagens e sinais mistos em termos de enfrentar a correção da política fiscal", disse ela.

A reforma da Previdência está agendada para ser votada em 19 de fevereiro na Câmara dos Deputados, mas Lisa destacou a dificuldade de passar em um ano eleitoral. Os políticos no Brasil tendem a resisitr em passar medidas de austeridade, mesmo com forte apoio no Congresso, acrescentou.

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