Sem a PM, o terror apavora o Rio Grande do Norte

Com a greve dos policiais militares, de braços cruzados há 10 dias, o número de assassinatos violentas aumentou mais de 50% no período; de acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, entre 19 e 27 de dezembro foram 450 casos de roubos, arrombamentos e furtos; a violência também atinge o setor do turismo, que já começou a receber pedidos de cancelamentos de pacotes para o Réveillon

Com a greve dos policiais militares, de braços cruzados há 10 dias, o número de assassinatos violentas aumentou mais de 50% no período; de acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, entre 19 e 27 de dezembro foram 450 casos de roubos, arrombamentos e furtos; a violência também atinge o setor do turismo, que já começou a receber pedidos de cancelamentos de pacotes para o Réveillon
Com a greve dos policiais militares, de braços cruzados há 10 dias, o número de assassinatos violentas aumentou mais de 50% no período; de acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, entre 19 e 27 de dezembro foram 450 casos de roubos, arrombamentos e furtos; a violência também atinge o setor do turismo, que já começou a receber pedidos de cancelamentos de pacotes para o Réveillon (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Com a greve dos policiais militares, de braços cruzados há 10 dias, o terror se instalou no Rio Grande do Norte. O número de assassinatos violentas aumentou mais de 50% no período. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, entre 19 e 27 de dezembro foram 450 casos de roubos, arrombamentos e furtos. 

A capital do estado, Natal, registrou um arrastão a uma loja de departamento, no centro da cidade. Em Mossoró, maior cidade do interior do RN, pelo menos três arrombamentos foram registrados em Mossoró.

A violência também atinge o setor do turismo, que já começou a receber pedidos de cancelamentos de pacotes para o Réveillon. "A gente está muito apreensivo. Tem empresa que está colocando seguranças particulares; quem já tem está pedindo reforço", diz Afrânio Miranda, presidente da FCDL (Federação de Câmaras de Dirigentes Lojistas) do Rio Grande do Norte. Relato do Uol.

"Nós temos dois problemas: um que são os próprios marginais que aproveitam essa oportunidade, e alguns policias que tentam jogar medo na população para causar preocupação no governo e na população. A gente está imprensado nos dois lados", acrescentou.

A seccional potiguar da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis) disse que até essa quarta-feira (27) foram registrados apenas três cancelamentos de reserva para o fim de ano. "O setor está preocupado, mas otimista numa solução breve", disse a entidade via assessoria de imprensa.

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